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terça-feira, 8 de agosto de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
A BNP acolhe em Dezembro um Colóquio comemorativo dos 500 anos do nascimento de Francisco de Holanda
«Da fonte da pintura e primeira causa será o começo de nossa obra; onde podemos dizer ser Deos pintor evidentissimo, e nas suas obras se conteer todo o exemplo e sustancia de tal arte.»
Francisco de Holanda em Da Pintura Antiga.
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| Auto-retrato de Francisco de Holanda retirado da sua obra De Aetatibus Mundi Imagines. |
Comemora-se este ano o quinto centenário do nascimento de Francisco de Holanda, um dos grandes nomes da cultura portuguesa e europeia do século XVI. De modo a celebrar esta efeméride o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira organizará, no final deste ano, o Colóquio Obra e Pensamento de Francisco de Holanda. Este encontro terá lugar na Biblioteca Nacional de Portugal, a 7 de Dezembro, sendo que o prazo para a submissão de propostas de comunicação se encontra aberto até o dia 30 de Setembro.
Para mais informações visite-se a página oficial do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira em http://iflb.webnode.com.
terça-feira, 5 de abril de 2016
A Obra e o Pensamento de Amorim de Carvalho
«Portugal é uma pátria que a vontade dos portugueses dignos deste nome (verdadeiras elites) construiu e sustentou, e que a vontade de uma outra raça moral de portugueses (falsas elites) demoliu.»
Amorim de Carvalho em O Fim Histórico de Portugal.
Passaram quatro décadas desde a morte de Amorim de Carvalho. Personalidade de invulgar inteligência e erudição, marcou de forma indelével a cultura portuguesa, deixando um importante legado cujo eco e influência ultrapassou as nossas fronteiras, chegando a França e Brasil. Nos próximos dias 6 e 7 de Abril terá lugar, no Porto e em Lisboa, um colóquio que visa evocar e discutir a obra e o pensamento deste intelectual.
Destacando-se como poeta, filósofo e esteta, Amorim de Carvalho nasceu na cidade do Porto em 1904. Bisneto por via materna do poeta romântico António Pinheiro Caldas, foi educado no seio de uma família católica, apesar de ainda bastante jovem se ter afastado da fé religiosa. Na sua formação foram importantes as figuras de Teixeira Rego e Basílio Teles. O primeiro, Professor na primeira Faculdade de Letras da Universidade do Porto, colaborador da revista Águia, era um homem de grande sabedoria, interessado em filologia, línguas, filosofia, antropologia e outras áreas do conhecimento, igualmente, caras a Amorim de Carvalho. O segundo, amigo de família, foi uma das personalidades de maior destaque intelectual junto da elite republicana, destacado helenista, bem como um português e europeu consciente da sua condição.
Não obstante a presença e proximidade de tão cativantes vultos, Amorim de Carvalho trilhou um caminho próprio, afastando-se em alguns aspectos das linhas filosóficas seguidas por estes dois pensadores de quem absorveu, essencialmente, os exemplos ético e humano. A sua forte personalidade, aliada a um espírito combativo e intransigente, fizeram-no ganhar o respeito intelectual e algumas amizades até junto daqueles que se antagonizavam com o seu pensamento. Lembramos, por exemplo, o caso de Álvaro Ribeiro, de quem foi bastante amigo, apesar das diferenças e divergências de pensamento existentes entre ambos os filósofos.
O seu legado foi construído entre Portugal e França, país onde voluntariamente se exilou, em 1965, em resultado do isolamento intelectual sentido na sua Pátria. Fixando residência em Paris, apresentou aí, em 1970, a sua tese de doutoramento intitulada De la connaissance en général à la connaissance esthétique. L’esthétique de la nature. Para além da obra poética e literária de Amorim de Carvalho, destacam-se estudos e ensaios como Deus e o Homem na Poesia e na Filosofia, O Positivismo Metafísico de Sampaio Bruno, Fidelino: Um Filósofo da Transitoriedade, Guerra Junqueiro e a sua obra poética, ou o seu importante Tratado de Versificação Portuguesa” - obra que o poeta Rodrigo Emílio considerava indispensável.
O seu último livro, publicado postumamente, intitulou-se O Fim Histórico de Portugal, tratando-se de uma obra, marcadamente, política. Amorim de Carvalho, não tendo sido um partidário do Estado Novo, jamais sentiu qualquer sedução por ideários políticos anti-patrióticos. Deste modo, insurgiu-se de imediato contra o golpe de Estado de Abril de 1974, considerando o abandono das Províncias Ultramarinas um atentado à soberania da Pátria e uma traição contra o seu Povo.
Amanhã, às 14:30, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, inicia-se um colóquio de homenagem a este pensador, que termina no dia seguinte, no Palácio da Independência, em Lisboa. Entre os oradores convidados encontra-se Júlio Amorim de Carvalho, administrador da Casa Amorim de Carvalho, bem como Pinharanda Gomes, António Braz Teixeira, Paulo Samuel, José Almeida, Artur Manso, Renato Epifânio, Samuel Dimas, Manuel Cândido Pimentel, Filipe Delfim Santos, entre outros.
Organizado pelo Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e a Casa Amorim de Carvalho, este encontro é de entrada livre e aberto a toda a comunidade.
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sábado, 12 de dezembro de 2015
Afonso de Albuquerque: 500 Anos de Memória e Materialidade
«Albuquerque foi o primeiro homem do Ocidente a medir-se com os sultões, vizires e rajás da Pérsia e da Índia. Soube arquitectar estratégias militares e diplomáticas adaptadas a um Oriente em mutação.»
Geneviève Bouchon em Afonso de Albuquerque:
O Leão dos Mares da Ásia.
No mesmo ano em que Nicolau Maquiavel iniciou a redacção do seu célebre tratado intitulado O Príncipe, já Afonso de Albuquerque superava na prática os ensinamentos do famoso pensador renascentista. O "César do Oriente", o "Grande", o "Leão dos Mares", o "Marte Português", o "Terrível", foram vários os cognomes com que a História coroou de glória um dos nossos maiores.
Afonso de Albuquerque, o homem que propôs ao Rei de Portugal destruir o islão, apresentando um arrojado projecto que visava fazer explodir a famosa Caaba de Meca, soube como ninguém defender os interesses do Império Português no Oriente, controlando toda a área do Índico e parte do Golfo Pérsico. Um homem de pensamento e de acção que, infelizmente, como tantos outros na nossa História, foi combatido a partir de dentro por meros motivos de ciúme e inveja. Hoje, passados 500 anos desde a sua morte, a sua heróica gesta perdura, de uma forma inabalável, na memória dos homens e na materialidade do seu legado histórico.
Celebrando esta alta figura da nossa História, o Movimento Internacional Lusófono (MIL), em parceria com a Sociedade Histórica para a Independência de Portugal (SHIP), a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) e o Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), organiza durante o presente mês, em Lisboa, o colóquio Afonso de Albuquerque: 500 Anos de Materialidade. Este encontro com uma comissão organizadora formada por Miguel Castelo Branco, Octávio dos Santos e Renato Epifânio, terá lugar na BNP, dia 16 de Dezembro, e na sede da SHIP, no Palácio da Independência, dia 17 de Dezembro. Paralelamente, estará ainda patente ao público no ANTT, entre os dias 15 de Dezembro e 23 de Janeiro, uma mostra documental subordinada à temática deste encontro.
No decorrer do primeiro dia deste colóquio haverá ainda espaço para a apresentação de algumas obras publicadas sob a chancela do MIL, bem como do 16.º número da revista Nova Águia e o 9.º número da revista Finis Mundi. Para consular o programa detalhado, ou obter mais informações, visite-se a página oficial deste colóquio, disponível em http://albuquerque500.blogspot.pt.
A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.
No decorrer do primeiro dia deste colóquio haverá ainda espaço para a apresentação de algumas obras publicadas sob a chancela do MIL, bem como do 16.º número da revista Nova Águia e o 9.º número da revista Finis Mundi. Para consular o programa detalhado, ou obter mais informações, visite-se a página oficial deste colóquio, disponível em http://albuquerque500.blogspot.pt.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Petição contra a construção da nova mesquita de Lisboa
«Folgara muito Vossa Alteza puder ver Goa e como derribou a fantasia dos mouros...»
Afonso de Albuquerque em carta ao Rei D. Manuel de 1512.
Portugal assiste desde finais do século XVIII à bastardização da sua tradição. A sub-reptícia "protestantização" e "rabinização" das mentalidades das nossas comunidades é, há muito tempo, encabeçada por correntes anti-portuguesas e estrangeiradas, cuja nociva natureza deverá ser combatida de uma forma total.
Hoje, após as catástrofes da implantação república (1910) e a imposição da democracia (1974), vivemos debaixo do jugo dos princípios modernos da igualdade, ecumenismo e tolerância, ignorando porém que essas supostas conquistas "universais" constituem os grilhões com que nos prendem os predadores da Pátria à nossa degenerescência e ruína. Se em inícios do século XX vivíamos debaixo de um intenso fogo inimigo encabeçado pelas forças judaicas associadas à franco-maçonaria e outros movimentos criminosos que ainda continuam quotidianamente activos, reinventando-se e reorganizando-se sob a máscara do marxismo cultural, hoje um outro perigo alastra-se, não só em Portugal, como em toda a Europa e terras extremas da civilização ocidental. Falamos, obviamente, do islão. Uma religião de conquista, absolutamente, contrária à nossa tradição religiosa, espiritual, histórica e civilizacional. Uma religião que seduz o homem ocidental, doente, descrente da sua missão e do lugar que ocupa no mundo, através do exotismo plasmado num os lados da natureza exotérica daquele credo.
Não obstante sabermos a quem mais interessa a crescente vaga de islamofobia, não podemos deixar de combater, em nossa casa, por aquilo que nos pauta, defendendo a nossa tradição e civilização de matriz pagã-cristã. Importa-nos também saber demarcar dos rebanhos conduzidos pelos maus pastores: capitalistas, liberais e sionistas. Em resumo, há que controlar e combater a destruição do nosso fundo espiritual. Por esse motivo, não podemos deixar de nos opor à construção da nova mesquita de Lisboa que custará cerca de 2,9 milhões de euros aos nossos contribuintes. Numa altura em que são exigidos tantos esforços às famílias portuguesas e quando são conhecidos tantos casos onde é urgente a intervenção do Estado de modo a salvar o nosso património, não nos parece de todo razoável esta obra homologada pelos poderes socialistas que controlam os destinos da antiga capital do Império Português.
Não obstante sabermos a quem mais interessa a crescente vaga de islamofobia, não podemos deixar de combater, em nossa casa, por aquilo que nos pauta, defendendo a nossa tradição e civilização de matriz pagã-cristã. Importa-nos também saber demarcar dos rebanhos conduzidos pelos maus pastores: capitalistas, liberais e sionistas. Em resumo, há que controlar e combater a destruição do nosso fundo espiritual. Por esse motivo, não podemos deixar de nos opor à construção da nova mesquita de Lisboa que custará cerca de 2,9 milhões de euros aos nossos contribuintes. Numa altura em que são exigidos tantos esforços às famílias portuguesas e quando são conhecidos tantos casos onde é urgente a intervenção do Estado de modo a salvar o nosso património, não nos parece de todo razoável esta obra homologada pelos poderes socialistas que controlam os destinos da antiga capital do Império Português.
Por este motivo, convidamos os amigos bem como os visitantes esporádicos da Nova Casa Portuguesa a assinarem uma petição, promovida pelo Instituto Santo Condestável (ISC), que visa o impedimento da construção de uma nova mesquita na cidade de Lisboa. Esta encontra-se disponível para ser assinada em http://petit.io/petition/instituto-santo-condestavel/nao-a-nova-mesquita-na-mouraria-de-lisboa.
Saibamos defender a nossa identidade e a nossa tradição de uma forma integral. Num bairro típico como a Mouraria não podemos aceitar nem a construção de uma mesquita, nem de um museu judaico.
Saibamos defender a nossa identidade e a nossa tradição de uma forma integral. Num bairro típico como a Mouraria não podemos aceitar nem a construção de uma mesquita, nem de um museu judaico.
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| (Clicar na imagem para assinar a petição contra a construção da nova mesquita de Lisboa.) |
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Gangs de Lisboa
Nunca é demais relembrar a pérfida natureza maçónica e jacobina dos criminosos do 5 de Outubro de 1910. Foi neste dia que, há 105 anos, saíram dos esgotos as ratazanas que infestaram Portugal.
É a peste! É a peste!
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
O Islão e o Ocidente em debate
A presente invasão de que está a ser alvo o Sul e o Leste da Europa coloca também em risco a própria sobrevivência histórico-cultural de Portugal. Numa época crítica em que a Europa deixou de ter o inimigo controlado às suas portas, passando a conviver com ele intramuros, importa discutir-se sobre o actual choque civilizacional que opõe o Islão ao Ocidente.
Atendendo à urgência de um debate tantas vezes evitado em Portugal, a Associação de Professores de Filosofia organiza, no próximo dia 7 de Outubro, pelas 21:30, na livraria Ler Devagar, em Lisboa, um encontro subordinado à temática O Islão e o Ocidente, com Jaime Nogueira Pinto e Kalid Jamal.
Este encontro é de entrada é livre, devendo-se contudo confirmar a presença através da inscrição em: www.apfilosofia.org/programa-e-inscricao-o-islao-e-o-ocidente.
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sábado, 13 de junho de 2015
Apresentação das Obras Completas de Rolão Preto
«E, se profundamente encanta saber que os novos de hoje manifestam de forma clara o desejo de prolongar, por eles próprios, o esforço de quantos procuram realizar um Portugal maior em justiça, confesso no entanto que mais entusiasma e exalta o facto em si duma mocidade que se não conforma, antes se alvoroça e procura ansiosamente uma certeza onde apoiar o seu sonho.»
Rolão Preto em Para Além da Guerra.
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Personalidade complexa e bastante controversa dentro do nacionalismo português, Rolão Preto foi, ainda assim, uma figura incontornável no panorama político nacional da primeira metade do século XX. Próximo da génese do Integralismo Lusitano, foi dentro do Nacional-Sindicalismo que se notabilizou. Ao longo do seu conturbado percurso político, Rolão Preto escreveu várias obras e colaborou com muitas publicações periódicas, tendo dirigido alguma delas. Dessa imensa tentativa de desencadear uma acção doutrinal nasceu um vasto legado, disperso e hoje pouco conhecido do grande público.
As Edições Colibri editaram recentemente dois volumes com as Obras Completas de Rolão Preto. Uma obra importante para o aprofundamento do legado político do chefe dos nacionais-sindicalistas, bem como para a própria compreensão do espectro político português da sua época. O lançamento deste trabalho está marcado para amanhã, dia 14 de Junho, pelas 19:00, no Auditório da Feira do Livro de Lisboa. A apresentação ficará a cargo de Luís Bigotte Chorão, José de Melo Alexandrino e Francisco Rolão Preto.
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quarta-feira, 8 de abril de 2015
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Ensaio Sobre o Fim da Nossa Idade
«É importante notar que a decadência e a crise são sempre consequências da resistência à nova modernidade, formas de choque com a nova Era. Vemos as consequências de vivermos num tempo de charneira, mas poucos se dão conta das causas, a não ser nas formas de uma decadência mais acelerada e de dificuldades em lidar com a vida que corre como um fio de água por entre os dedos secos.»
António Marques Bessa em Ensaio Sobre o Fim da Nossa Idade.
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| (Clicar na imagem para aceder à página oficial do evento.) |
Inicialmente publicado em finais dos anos 1970, pela saudosa editora Edições do Templo, o Ensaio Sobre o Fim da Nossa Idade marca, não só uma época de profundas transformações históricas, políticas e sociais em Portugal e no mundo, como o próprio início de carreira do seu autor, o incontornável António Marques Bessa. Ilustre ensaísta e Professor Catedrático, teve uma importância decisiva na introdução e adaptação da Nova Direita em Portugal. Incansável director e colaborador de algumas das mais interessantes publicações periódicas portuguesas dos últimos 40 anos, especializou-se em Ciência Política, tendo aprofundado o seu estudo no âmbito das elites e das utopias.
Após décadas de indisponibilidade, o livro Ensaio Sobre o Fim da Nossa Idade é agora reeditado pela editora e associação cultural A Causa das Regras, numa edição devidamente revista pelo autor. A apresentação desta obra terá lugar no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 19:00, no Hotel ibis Lisboa Saldanha.
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domingo, 26 de outubro de 2014
As Biografias no Pensamento Português dos séculos XIX e XX
«As cousas da Natureza tiveram, para mim, um grande encanto. Vivi-as, como se vive a dor ou o amor. Agora, só me interessam as almas: daquele campónio, a daquele mendigo, ou Napoleão em Santa Helena, Hamlet, diante de uma caveira, parodiando filosoficamente a atitude religiosa de S. Jerónimo; Lucrécio, primeiro poeta da morte, ou Paulo de Tarso, o maior poeta da vida e da loucura, faminto de Deus, emagrecido até ao esqueleto – esse fantasma que se apoderou da Humanidade.»
Teixeira de Pascoaes em S. Paulo.
No corrente ano de 2014 celebram-se os primeiros 80 anos desde a publicação de S. Paulo, um livro que marcou toda uma transformação na obra do poeta amarantino Teixeira de Pascoaes. O seu abandono da poesia, trocado-a pelo texto biográfico e ensaístico, marcou a cultura portuguesa do século XX. Se as suas biografias não obtiveram grande acolhimento junto do público português, o mesmo não poderá ser afirmado em relação à sua aclamação além-fronteiras. De resto, foram as edições estrangeiras de obras como S. Paulo ou S. Jerónimo que levaram o autor português a ser proposto por duas vezes a Prémio Nobel da Literatura.
Assim, partindo desta efeméride, o Instituto de Ciências da Cultura Pe. Manuel Antunes, em parceria com o CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), a Câmara Municipal de Amarante e a BNP (Biblioteca Nacional de Portugal), organiza entre 29 e 31 de Outubro o Congresso Internacional As Biografias do Pensamento Português dos Séculos XIX - XX (por ocasião dos 80 anos da publicação de S. Paulo). A abertura deste encontro terá lugar na Academia das Ciências de Lisboa, sendo que os trabalhos decorrerão na BNP.
Este congresso marca ainda o início das celebrações do triénio pascoalino. Em 2014, celebrando os 80 anos de S. Paulo; em 2015 os 100 anos da obra Arte de Ser Português; e em 2017, aproveitando-se os 140 anos do seu nascimento e os 65 anos da sua exaltação, o pensamento e a missão de Teixeira Pascoaes.
Para mais informações, ou consultar o programa deste congresso, visite-se a página oficial deste encontro em http://congressobiografias-trieniopascoalino.blogspot.pt. A entrada será livre e aberta a toda a comunidade.
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quinta-feira, 15 de maio de 2014
Apresentação: Uma Introdução ao Esoterismo Ocidental e suas Iniciações
«A esta preparação se chamava, e chama, iniciação. E esta iniciação é ela mesma gradual em todos os mistérios...»
Excerto do texto Subsolo da autoria de Fernando Pessoa.
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Nos dias que correm, falar em esoterismo e iniciação poderá causar uma certa estranheza a muitas pessoas. Trata-se de uma terminologia que hoje pouco ou nada diz aos indivíduos, não obstante o facto destes conhecerem os vocábulos e com eles se relacionarem, directa ou indirectamente, no seu dia-a-dia. Associado a uma fonte de conhecimento primordial, o esoterismo conjuga as vias iniciáticas que permitem, passo após passo, alcançar esse mesmo conhecimento. Associado a uma série de tradições que acabam por desaguar no grande oceano da Tradição, o esoterismo mantém uma presença bem sedimentada na civilização ocidental, impondo-se o seu conhecimento por motivos espirituais e identitários.
No próximo dia 20 de Maio, pelas 18:30, decorrerá no El Corte Inglés de Lisboa a sessão de lançamento da mais recente obra de José Manuel Anes, intitulada Uma Introdução ao Esoterismo Ocidental e suas Iniciações. Publicado pelas edições Âmbito Cultural, este livro será apresentado por Fernando Seara.
Trata-se de um evento de entrada livre, estando aberto a toda a comunidade.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Um olhar sobre o Portugal dos anos 1950
Portugal é apresentado neste filme de divulgação turística da primeira metade dos anos 1950 como um país que sobreviveu intocado aos horrores da II Guerra Mundial. Num breve registo documental são mostradas algumas cidades como Lisboa, Nazaré e Porto, assim como algumas actividades económicas, outrora fortes e importantes para o desenvolvimento do nosso país, lado a lado com alguns aspectos culturais e etnográficos.
Depois de assistirmos a estas belas imagens de um outro Portugal que urge recuperar, ficam retidas na nossa memória as palavras do narrador que, a certo momento, se refere à nossa Pátria, descrevendo-a: «An orderly and exceptionally clean nation!» Vale a pena ver e relembrar, pois recordar também é viver!
Depois de assistirmos a estas belas imagens de um outro Portugal que urge recuperar, ficam retidas na nossa memória as palavras do narrador que, a certo momento, se refere à nossa Pátria, descrevendo-a: «An orderly and exceptionally clean nation!» Vale a pena ver e relembrar, pois recordar também é viver!
Vídeo de propaganda turística de Portugal utilizado promover
o país nos anos 1950.
o país nos anos 1950.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Lançamento de obra de homenagem a Pinharanda Gomes
«O labor imenso de Pinharanda Gomes, não sendo nunca isolado, constitui ainda assim um contributo sem par, responsável também por uma fecunda emulação, de que resultaram obsoletas muitas objecções contra a nossa tradição especulativa.»
Joaquim Domingues em Um português peregrino.
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| Capa do mais recente livro de homenagem a Pinharanda Gomes. |
Esta Quarta-Feira, dia 24 de Julho, pelas 18:30, será apresentada no Porto, na Avenida dos Aliados, no auditório da iniciativa Letras na Avenida, a obra colectiva Estudos e Testemunhos sobre a Obra e o Pensamento de Pinharanda Gomes. Publicado pela Zéfiro, na Colecção Nova Águia, este livro reúne um conjunto de textos e ensaios da autoria de diversos investigadores, sobre um dos principais mestres e hermeneutas vivos do pensamento filosófico português – Pinharanda Gomes –, recentemente homenageado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
A apresentação da obra ficará a cargo de Renato Epifânio, contando-se ainda com as presenças de José Acácio Castro, Celeste Natário e do próprio Pinharanda Gomes que falará, com a sua habitual clareza e sabedoria, acerca da designada Escola do Porto, ou Escola Portuense. Esse elemento percursor do Movimento da Filosofia Portuguesa, nascido da influência de pensadores nortenhos como Sampaio Bruno, Leonardo Coimbra, Teixeira de Pascoaes, ou Teixeira Rego, bem como do magistério da primeira Faculdade de Letras do Porto, de onde saíram e a partir da qual se destacaram importantes vultos da cultura e da Filosofia Portuguesa como Álvaro Ribeiro, José Marinho, Delfim Santos, ou Agostinho da Silva.
Organizado pelo Grupo de Investigação “Raízes e Horizontes da Filosofia e da Cultura em Portugal” da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e pelo Centro de Estudos de Pensamento Português da Universidade Católica do Porto, este encontro visa estimular uma aproximação da sociedade à cultura nacional e, nomeadamente, à Filosofia Portuguesa.
A entrada é livre.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Ciclo dedicado a Agostinho da Silva na FNAC do Chiado
«Que loucura vos tomou, meus irmãos homens? Urge que apeeis o Acaso do lugar divino que lhe destes, que lanceis, como diques e caminho da vida, as fortes linhas da inteligência ordenadora e da vontade, que acima de tudo se habitue a vossa alma a construir a existência com a pureza, o nítido recorte e a querida abstenção da estrofe de um poema.»
Agostinho da Silva em Textos e Ensaios Filosóficos.
Amado por uns e incompreendido por outros, Agostinho da Silva foi, indiscutivelmente, um filósofo visionário e um educador de primeira linha. Figura cimeira da cultura portuguesa do século XX, acabou por tornar-se no rosto mais familiar da filosofia portuguesa. Passados quase 20 anos sobre o seu desaparecimento a sua obra continua a revelar-se bastante actual, apontando algumas possíveis saídas para a tremenda crise que hoje atravessámos.
Homenageando e lembrando o filósofo das Conversas Vadias, a Associação Agostinho da Silva promove entre os meses de Julho e Setembro deste ano, um ciclo de conferências que abordarão diferentes aspectos da sua vida e obra. Este ciclo realizar-se-á na FNAC do Chiado, em Lisboa, tendo o seu início marcado já para o próximo dia 11 de Julho. As 6 sessões que constituem este périplo em torno de Agostinho da Silva terão lugar pelas 18:30, sendo a entrada livre e aberta a toda a comunidade.
Homenageando e lembrando o filósofo das Conversas Vadias, a Associação Agostinho da Silva promove entre os meses de Julho e Setembro deste ano, um ciclo de conferências que abordarão diferentes aspectos da sua vida e obra. Este ciclo realizar-se-á na FNAC do Chiado, em Lisboa, tendo o seu início marcado já para o próximo dia 11 de Julho. As 6 sessões que constituem este périplo em torno de Agostinho da Silva terão lugar pelas 18:30, sendo a entrada livre e aberta a toda a comunidade.
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| Agostinho da Silva numa visita à Torre de Belém. |
:: Programa ::
11 de Julho
Agostinho da Silva, 1906-1944, por Rui Lopo
18 de Julho
A Poesia de Agostinho da Silva, por Maurícia Teles da Silva
25 de Julho
Agostinho da Silva e a Lusofonia, por Renato Epifânio
5 de Setembro
Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa, por Miguel Real
19 de Setembro
Agostinho da Silva e A Educação de Portugal, por Luís Santos
26 de Setembro
Espiritualidade, política e lusofonia na mutação de paradigma civilizacional segundo Agostinho da Silva, por Paulo Borges
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Coração Rebelde: Homenagem a Dominique Venner
«Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.»
Excerto da nota de suicídio de Dominique Venner.
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Foi com espanto e admiração que, no passado dia 21 de Maio, a Europa recebeu a notícia do suicídio ritual do reputado historiador Dominique Venner. Amante da vida, mas preocupado com a preservação do seu espírito e da sua raça, procurou através de uma morte simbólica despertar as consciências adormecidas, não só dos franceses, mas de todos os europeus. Para a História dos honrados guerreiros e dos grandes homens de cultura ficará o seu exemplo. Uma vida dedicada às mais nobres causas político-ideológicas e uma profícua produção cultural, materializada na vasta bibliografia que nos legou.
No próximo Sábado, dia 15 de Junho, pelas 17:00, a Associação Terra e Povo organizará, em Lisboa, uma conferência de homenagem ao activista e intelectual francófono - Venner, Coração Rebelde. Serão oradores Duarte Branquinho, que intervirá com uma comunicação intitulada Uma vida de combatente, e Humberto Nuno de Oliveira, que falará acerca do Historiador sem amarras.
Este é um evento de acesso livre e gratuito. Para mais informações, por favor, contactar a Terra e Povo através do seguinte endereço de correio electrónico: terraepovo@gmail.com.
Este é um evento de acesso livre e gratuito. Para mais informações, por favor, contactar a Terra e Povo através do seguinte endereço de correio electrónico: terraepovo@gmail.com.
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
Colóquio internacional sobre António Quadros
«A cultura portuguesa como tal, isto é, numa originalidade que parte da filosofia para as formas artísticas e poéticas, não é social, académica e universitariamente reconhecida.»
António Quadros em Angústia do Nosso Tempo e a Crise da Universidade.
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António Quadros foi uma das principais figuras da Cultura Portuguesa do século XX, sendo a sua obra tão vasta como fundamental para compreendermos a nossa História, Cultura e Tradição. Assim, passados 20 anos sobre a data da sua morte, urge recuperar a memória e a obra de um dos nossos maiores, estudando-o e dando-o a conhecer aos portugueses de hoje e de amanhã.
Conscientes da importância do seu pensamento e obra, o Centro de Estudos de Filosofia e o Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, a Fundação António Quadros e o Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a Câmara Municipal de Cascais, organizam o Colóquio Internacional António Quadros: Obra, Pensamento, Contextos. Colóquio Internacional nos 90 anos do seu nascimento e 20 da sua morte.
Com o Alto Patrocínio da Excelentíssima Senhora Dra. D. Maria Cavaco Silva, este encontro terá lugar nos próximos dias 13, 14 e 15 de Maio em Cascais e Lisboa, terminando a 5 de Junho no Rio de Janeiro, no Brasil.
A entrada é livre e aberta a todos os interessados.
:: Programa ::
1º Dia - 13 de Maio
Auditório do Centro Cultural de Cascais
Sarau Musical e Literário
18:30 - Apresentação das linhas gerais do Colóquio Internacional António Quadros: Obra, Pensamento, Contextos, nos 90 anos do seu nascimento e 20 da sua morte.
18:45 - Mostra de Imagens - Homenagem a António Quadros realizada pela Universidade Autónoma de Lisboa.
19:00 - Leitura Poemática por Manuel Cândido Pimentel e Maria Arriaga.
19:10 - Ó Portugal, Ser Profundo, poema de António Quadros musicado e cantado por Gonçalo da Câmara Pereira e, Quand il est mort le poète!, por Gonçalo Lucena.
19:30 - Porto de Honra.
2º Dia - 14 de Maio
Universidade Católica Portuguesa - Lisboa, Auditório 2
09h15m - Recepção dos participantes
09h30m - Abertura / Autoridades
1º Painel: 10:00 - 11:10
Moderador: Joaquim Domingues
10:00 - António Braz Teixeira - A Estética em António Quadros
10:20 - José Carlos Francisco Pereira - A Dimensão Estética no Pensamento de António Quadros
10:40 - Debate
11:10 - 11:25 - Pausa para Café
2º Painel: 11h25m - 12h55m
Moderador: António Braz Teixeira
11:25 - Teresa Seruya - António Quadros, Tradutor
11:45 - Maria de Lurdes Sirgado Ganho - António Quadros, Leitor de Albert Camus
12:05 - Marta Mendonça - António Quadros e a Crítica ao Existencialismo
12:25 - Norberto Ferreira da Cunha - António Quadros e o Positivismo
12:45 - Debate
13:00 - 14:00 Pausa para Almoço
3º Painel: 14:00 - 15:30
Moderador: Manuel Cândido Pimentel
14:00 - Pinharanda Gomes - António Quadros e o Movimento da Filosofia Portuguesa
14:20 - Renato Epifânio - António Quadros – A Filosofia Portuguesa e a Tradição Joaquimita: em Diálogo com Agostinho da Silva e José Marinho
14:40 - Manuel Gama - António Quadros e o “57 – Movimento de Cultura Portuguesa”
15:00 - Afonso Rocha - Razão e Mistério – uma Leitura Comparada entre Sampaio Bruno e António Quadros
15:20 - Debate
15:30 - 15:40 - Pausa para Café
4º Painel: 15:40 - 16:50
Moderador: José Carlos Francisco Pereira
15:40 - Joaquim Domingues - António Quadros, Filósofo do Movimento
16:00 - Jorge Croce Rivera - Ser e Estar, Ter e Haver, Fazer: Espírito, Língua e Cultura no Pensamento de António Quadros
16:20 - Rodrigo Sobral Cunha - Filosofia da Paisagem na Obra de António Quadros
16:40 - Debate
16:50 - 17:00 - Pausa para Café
5º Painel: 17:00 - 18:00
Moderador: José Eduardo Franco
17:00 - Annabela Rita - António Quadros e a Ficção Nacional
17:20 - João Bigotte Chorão - António Quadros, Crítico Literário
17:40 - Rui Lopo - Debates e Controvérsias Literárias em António Quadros
18:00 - Debate
6º Painel: 18:10 - 19:30
Moderador: Peter Hanenberg
18:10 - Nuno Júdice - António Quadros e o Modernismo
18:30 - Raquel Nobre Guerra de Oliveira - António Quadros, Leitor Integral de Fernando Pessoa
18:50 - José Almeida - A Procura da Verdade Oculta: António Quadros e o Pensamento Esotérico de Fernando Pessoa
19:10 - José Carlos Seabra Pereira - A Antropologia Literária em António Quadros
19:30 - Debate
3º Dia - 15 de Maio
Universidade Católica Portuguesa - Lisboa, Auditório 2
7º Painel: 09:30 - 11:00
Moderador: José Antunes de Sousa
09:30 - Manuel Ferreira Patrício - Linhas de Força de uma Antropagogia Situada na Obra de António Quadros
09:50 - Luísa Leal de Faria - A Universidade em Crise: uma Questão Cultural
10:10 - Abel Lacerda Botelho - António Quadros e a Paideia Lusitana
10:30 - Pedro Cabrera - A Educação que o Futuro Espera
10:50 - Debate
11:00 - 11:15 Pausa para Café
8º Painel: 11:15 - 12:55
Moderador: Pedro Cabrera
11:15 - Samuel Dimas - A Distinção entre o Tempo Mítico Grego (Angústia da Tragédia) e o Tempo Histórico Judaico-Cristão (Esperança Bíblica) no Pensamento Escatológico de António Quadros
11:35 - Sofia A. Carvalho - Mito, Utopia e Ucronia: leituras de António Quadros e Eudoro de Sousa
11:55 - António Carlos Carvalho - Deus e os Homens - Interrogação à História
12:15 - Debate
13:00 - 14:00 - Pausa para Almoço
9º Painel: 14:00 - 15:10
Moderadora: Sofia A. Carvalho
14:00 - José Antunes de Sousa - António Quadros: Cultura e Desocultação
14:20 - Miguel Real - A Exegese do Sebastianismo em António Quadros
14:40 - Pedro Vistas - Saudade e Futuro em António Quadros
15:00 - Debate
15:10 - 15:25 - Pausa para Café
10º Painel: 15:25 - 16:55
Moderador: Manuel Ferreira Patrício
15:25 - Guilherme d’Oliveira Martins - António Quadros – Intérprete do Portugal Moderno
15:45 - Jorge Teixeira da Cunha - A Intuição e o Conceito do Divino na Obra de António Quadros
16:05 - Paulo Borges - Portugal e "o projecto áureo de realização da humanidade" em António Quadros
16:25 - Manuel Cândido Pimentel - A Teologia do Espírito Santo em António Quadros
16:45 - António Cândido Franco - A Poética de António Quadros
17:05 - Debate
17:10 - 17:15 - Pausa para Café
11º Painel: 17:15 - 19:00
Mesa de Testemunhos
Moderadora: Teresa Rita Lopes
- António Braz Teixeira
- António Roquette Ferro
- João Bigotte Chorão
- José António Barreiros
- Mafalda Ferro
- Manuel Cândido Pimentel
- Mário Bigotte Chorão
- Rita Ferro
19:00 - Beberete oferecido pela Herdade do Paço do Conde
4º Dia - 5 de Junho
Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro
10:00 - Apresentação
- António Gomes da Costa, Presidente do Real Gabinete Português de Leitura
- Nuno Bello, Cônsul-Geral de Portugal no Rio de Janeiro
- António Quadros Ferro - António Quadros no Brasil 20 anos depois
12º Painel: 11:30
- Mário Sérgio Ribeiro - A Filosofia do Movimento em António Quadros: Prolegômenos Especulativos à Operacionalização da Saudade do Futuro
- Alexandro Souza - Razão e Pátria: António Quadros, o '57' e a Ideia de Filosofia Portuguesa
- Marco Antonio Barroso - Mito, História e Meta-História: um Confronto entre o Pensamento Existencial de António Quadros e Vicente Ferreira da Silva
13:00 - Pausa para almoço
13º Painel: 14:30
- Constança Marcondes César - A Visão do Brasil em António Quadros: Vieira, Canudos, Suassuna
- Loryel Rocha - O Caráter Paraclético e Apocalíptico da Ilha Brasil no Contexto do Mito Sebastianista
- Joel Carlos De Souza Andrade - António Quadros e o Sebastianismo Brasileiro
- Lúcia Helena Sá - António Quadros como Precursor dos Estudos do Sebastianismo na Literatura Brasileira
16:30 - Pausa para café
14º Painel: 17:00
- Ana Maria Moog Rodrigues - António Quadros e o Brasil
- João Ferreira - História, Hermenêutica Esotérica e Filosofia em "Portugal: Razão e Mistério" de - António Quadros
- Maria Isabel de Siqueira - A concepção de História em António Quadros: uma contribuição para o estudo da cultura portuguesa
19:00 - Sessão de Encerramento
terça-feira, 26 de março de 2013
Fernando Pessoa e o Quinto Império na Casa Fernando Pessoa
«Na nossa interpretação, a concepção de Pessoa sobre o Quinto Império, ao nível do conteúdo místico-messiânico, configura acusar uma certa interlocução com autores e/ou correntes messiânicas, nacionais e estrangeiras.»
Afonso Rocha em Fernando Pessoa e o Quinto Império - Vol. II.
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Conforme foi já aqui descrito, a obra Fernando Pessoa e o Quinto Império, constituída por dois volumes da autoria de Afonso Rocha, marca indirectamente o regresso deste investigador a Sampaio Bruno, através de uma leitura bastante pessoal do pensamento filosófico-esotérico de Fernando Pessoa. Publicada pela UC Editora e recentemente lançada na Universidade Católica do Porto, esta obra será agora apresentada por Manuel Ferreira Patrício na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, na próxima Quinta-Feira, dia 28 de Março, pelas 18:30. Neste evento estará também presente o autor da obra que proferirá algumas palavras acerca desta e do processo que lhe deu origem.
A entrada é livre e aberta a todos os interessados.
terça-feira, 12 de março de 2013
Os Bárbaros do Ocidente Medieval na FLUL
Uma das principais valências da História é a possibilidade dessa prodigiosa ciência humana nos transmitir um profundo conhecimento relativo à acção e origens materiais da carga genética que carregamos. Hoje, mais do que em qualquer outro momento ou período da História, é absolutamente imperioso conhecer o nosso passado. Num período de choque civilizacional, no fim e uma era, à importância de conhecermos a história nacional acresce também a necessidade de aprofundarmos a raiz da nossa memória ancestral, de forma a podermos reclamar de um modo esclarecido a nossa herança civilizacional, com tudo o que nela nos aproxima e afasta dos restantes povos da velha Europa.
No próximo dia 1 de Abril terá início um curso subordinado ao tema História dos Povos e das Culturas: Os Bárbaros do Ocidente Medieval que se prolongará até 30 de Abril. Dirigido por José Varadas do Centro de História da FLUL (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), este seminário abordará ao longo de 5 sessões os percursos históricos dos seguintes povos responsáveis pelo moldar da Europa medieval: alanos, godos, suevos, vândalos, francos, anglos, saxões, burgúndios, lombardos e vikings.
A não perder.
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segunda-feira, 4 de março de 2013
Grandes Chefes da História de Portugal apresentados em Lisboa por Jaime Nogueira Pinto
Um dos mais graves problemas do Portugal contemporâneo assenta na sua incapacidade para criar escóis. A quase inexistência de verdadeiras e genuínas elites, alheias a constrangimentos provocados pelos interesses instaurados, tem vindo a revelar-se um funesto veneno para a Pátria Portuguesa. A dificuldade em encontrar um antídoto capaz de solucionar este problema, invertendo o pesado cenário de crise em que mergulhámos, levou Ernesto Castro Leal e José Pedro Zúquete a meditarem acerca da problemática da liderança em Portugal. Um diálogo que culminou na organização conjunta da obra Grandes Chefes da História de Portugal agora editada pela Texto Editores. O lançamento oficial deste livro está agendado para a próxima Quarta-Feira, dia 6 de Março, pelas 18h30, na livraria Leya na Buchholz, em Lisboa. Para além das presenças dos dois organizadores deste volume e de alguns dos seus co-autores, este evento contará ainda com uma apresentação geral da obra que ficará a cargo do incontornável Jaime Nogueira Pinto.
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