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| Drama de Inês de Castro, pintura de Columbano Bordalo Pinheiro. |
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
Inês de Castro, 666 anos de Saudade!
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
Como o Natal nos tece
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
VII Colóquio Luso-Galaico sobre a Saudade
«Como luar de um sol brilhante, a saudade recebe a magia do amor unitivo e transmite-a a seus componentes, que não são passivos, mas rebeldes, porque, desejo e lembrança, de per si, têm sentidos opostos e são origem de divergentes sistemas interpretativos da vida e do conhecimento.»
Afonso Botelho em Saudade, regresso à origem.
Durante a próxima semana, entre 16 e 18 de Dezembro, realiza-se o VII Colóquio Luso-Galaico sobre a Saudade. À semelhança de outros anos, este encontro nasce do trabalho e esforço do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, em parceria com a Universidade Católica Portuguesa, Universidade do Porto, Universidade de Santiago de Compostela, Centro Português de Vigo, MIL - Movimento Internacional Lusófono e a revista Nova Águia.
Em virtude das condicionantes a que estamos sujeitos este ano, a edição de 2020 deste encontro de cultura e pensamento será realizada através da plataforma Zoom. Para consultarem o programa e obterem mais informações basta visitar a página do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira.
Recordamos que este Colóquio da Saudade homenageará o pensador galego Carlos Baliñas Fernández e evocará o centenário da revista "Nós", fundada por Vicente Risco, autor da "Teoria do Nacionalismo Galego". Não percam.
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Programa do Colóquio
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Cruzeiro Seixas: homenagem ao último surrealista português
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
Uma Sonata de Frei Jacinto do Sacramento
Sonata em Ré Menor de Frei Jacinto do Sacramento.
segunda-feira, 28 de setembro de 2020
9 Séculos - Revista da Lusofonia
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| Capa do primeiro número da revista 9 Séculos. |
sexta-feira, 18 de setembro de 2020
Tal & Qual: Memórias de um Jornalismo
Na sequência do seu saneamento da RTP, em 1980, o jornalista Joaquim Letria, auxiliado por um punhado de amigos, resolveu aproveitar a fama do programa que apresentava, fundando um jornal com o mesmo nome. O nascimento do jornal Tal & Qual revolucionou o jornalismo nacional. Tablóide no seu formato, tinha um estilo britânico trazido por vários colaboradores e directores que exerceram a profissão de jornalista em Inglaterra. O Tal & Qual trouxe a Portugal a melhor investigação jornalística oferecida por uma redacção politicamente heterogénea. Rigor, informação, humor e seriedade foram apenas alguns dos valores que pautaram a lista de princípios editoriais deste periódico, extinto em 2007.
No próximo dia 24 de Setembro, às 18:00, será apresentado, na Casa Comum da Reitoria da Universidade do Porto, o livro Tal & Qual: Memórias de um Jornalismo, publicado pela Âncora Editores. Trata-se de uma obra que reúne um ensaio sobre a história deste título, compilando também uma série de testemunhos de antigos directores e colaboradores. A apresentar o livra estará Gonçalo Pereira Rosa e João Paulo Fafe, responsáveis pela obra, bem como o jornalista Carlos Magno e Jorge Morais, ex-director daquele jornal.
A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2020
Salvador Dalí e a "Saudade húmida" de Velásquez
sábado, 22 de agosto de 2020
Nuno Álvares Pereira: Homem, Herói e Santo
Na edição da passada Sexta-Feira do semanário O Diabo, ainda no rescaldo do 635.º aniversário da Batalha de Aljubarrota, celebrado a 14 de Agosto, foi publicado um artigo-recensão de José Almeida sobre o mais recente livro do historiador José de Carvalho. D. Nuno Álvares Pereira: o Homem, o Herói, o Santo, publicado pela Scribe, não só nos relata as diversas facetas do nosso Santo Condestável, como aponta para um itinerário condestabrino, ideal para inspirar e animar os passeios de família. A Nova Casa Portuguesa convida-o a conhecer este livros através deste artigo, evocativo de D. Nuno de Santa Maria, o Galaaz de Portugal.
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sexta-feira, 14 de agosto de 2020
Aljubarrota
II
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
Mural de Manuel Lapa restaurado no Tribunal de Torres Novas
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sexta-feira, 7 de agosto de 2020
Fado: uma retrospectiva histórica
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
Nacionalismo e Populismo em Portugal
«...o nacionalismo é a ética para a qual cada nação, enquanto nação, constitui um valor supremo. Volto a expô-lo agora visto que, sem um entendimento mínimo sobre o conceito de nacionalismo, corremos o risco de o aceitar acriticamente nos termos mesmos em que o entendem os seus inimigos.»
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segunda-feira, 27 de julho de 2020
A herança de António de Oliveira Salazar
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terça-feira, 14 de julho de 2020
António Quadros faria hoje 97 anos
«Era um homem bizarro: inquietava-o o enigma do ser, falava de Cristo com admiração, exaltava-se com a Poesia e levava a sério as crianças – tinha o direito de se fascinar mais com ideias do que com automóveis. Vestia-se como os outros para não dar nas vistas, falava em voz baixa numa língua estranha, contrariava os seus instintos até aos limites e aprendeu tudo o que havia a aprender na vida para experimentar sozinho a dor da limitação humana. Ao mesmo tempo que se deixou arrebatar pelas pedras e pelas árvores, teve amigos feios, com caspa nos ombros e gravatas amarrotadas. Era tão crédulo e infantil que comovia: alugava a primeira casa que lhe impingiam, subscrevia revistas para ganhar o relógio digital e passava cheques aos amigos sem qualquer apreensão; no fundo, no fundo, achava o dinheiro um trambolho. Estava-se a borrifar para que os seus livros se não vendessem, porque não tinha pressa. Não precisava de se ter calado para que a sua voz se ouvisse, mas a culpa foi dele: preferiu sussurrar as suas ideias e cantar alto as dos outros. Inflamava-se com Homero e Sófocles, Camões e Shakespeare, Pascoaes e Pessoa, mas não fazia troça dos aspirantes ao Dom - tinha uma bondade disponível para companheiros e discípulos. Não era desconfiado como os aldrabões e apertava a mão aos adversários porque se esquecia das ofensas. Acreditava em coisas estranhas: que os contos de fadas não eram mentira, que havia uma transcendência nos homens e na História, que o seu País era eleito e os seus compatriotas homens de bem. Desgostava-se com a pobreza espiritual desta geração, vestia luto pela Natureza como qualquer de nós, mas tinha uma Fé inquebrantável na fraternidade universal e cósmica. Arranjou tempo para tudo: ajudar desconhecidos, fundar uma escola, jogar à bola com os netos, dissolver as vaidades. Uns, chamavam-lhe sábio, outros, maçador, mas ele não se ralava porque via "para além do Espelho", como só os poetas, os pensadores e talvez as crianças. Devia ser bom, porque foi amado pela mulher durante cinquenta anos. Partiu um dia "num barco em cuja vela branca se via uma cruz vermelha", e o bem mais valioso que deixou à família foi Portugal. No cais, foi enternecedor encontrar todos os seus amigos e todos os seus inimigos de lenço na mão, a acenarem com a mesma saudade e a mesma vergonha. Apesar do nevoeiro, o nevoeiro mítico onde tantos heróis e poetas se perderam, houve pessoas que juram ter visto uma estrela enorme a piscar o olho.»
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| Nascido a 14 de Julho de 1923, António Quadros completaria hoje 97 anos de vida. |
segunda-feira, 25 de maio de 2020
As Literaturas em Língua Portuguesa
«O português é língua de muitas culturas e muitas literaturas, pelo menos tantas quantos os países que a falam (bem mais do que eles em boa verdade). Se nos ativermos à literatura, a aprendizagem da língua portuguesa tem de andar de par com um olhar sobre os textos e escritores que dela fizeram uso, em África, ou melhor, nas várias Áfricas, por serem plurais os territórios do Português e suas literaturas, no Oriente, particularmente em Macau, em Timor e na Índia, e no Brasil. Em todo o mundo se aprende português, nos cinco continentes, o interesse de ensinantes e aprendentes recai, em grande medida,sobre todos esses territórios e culturas e não apenas sobre Portugal.»
de Língua Portuguesa (Das Origens aos Nossos Dias).
É de Fernando Pessoa uma famosíssima frase que, não raras vezes, aparece mal contextualizada: «Minha Pátria é a língua portuguesa». De facto, não só a Pátria se reflecte na língua, como no nosso caso também nela se exprime a face mais visível daquele Império que nunca se desfez. Portugal foi berço de nações, mas também de literaturas. É disso que José Carlos Seabra Pereira nos dá conta no seu último livro, intitulado As Literaturas em Língua Portuguesa (Das Origens aos Nossos Dias).
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sexta-feira, 22 de maio de 2020
Extremo Ocidente: a voz e a alma de Portugal na Radio Bandiera Nera
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| (Clicar na imagem para aceder à lista dos "podcasts" do programa Extremo Ocidente.) |
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
A "Renascença Portuguesa": Pensamento, Memória e Criação
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