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terça-feira, 25 de março de 2014

É a Hora!

«É esse fraterno despertar da consciência que, emergindo deste "Nevoeiro" que ora somos, pode ser a aurora do (des)cobrimento Sol invicto de um Novo Dia.»
Paulo Borges na introdução da obra É a Hora!

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A publicação da Mensagem de Fernando Pessoa constitui um dos momentos de maior elevação espiritual no contexto da cultura portuguesa no século XX. Obra incontornável na História da nossa poesia, encerra nos seus versos um conjunto de misteriosas cifras associadas ao passado e ao futuro de um Portugal caracterizado por duas dimensões: histórica e anistórica. É a Hora!, o mais recente livro de Paulo Borges, propõe-nos uma chave para a leitura desta enigmática obra.
Indo de encontro às correntes despiritualizadas que caracterizam os actuais poderes instalados e o seu respectivo sistema, muitos intelectuais da nossa praça parecem conscientemente esquecer-se de que a Mensagem foi, efectivamente, o único livro que Fernando Pessoa publicou em vida. Ao contrário do que a cultura dominante afirma, este livro não representa de modo algum uma obra menor dentro do panorama literário nacional e muito menos no contexto geral do universo pessoano. Coroando o seu lado de nacionalista místico, a Mensagem apresenta-nos um Fernando Pessoa mitogenista e profético, revelador de um Portugal perene e arquetípico. O enigma e o mistério dominam assim a natureza desta obra, suscitando as mais complexas leituras e interpretações.
Tendo chegado às livrarias em finais de 2013, na véspera do primeiro centenário da obra Mensagem, o ensaio É a Hora! de Paulo Borges, publicado pela Temas e Debates / Círculo de Leitores, nasce de um profundo contacto desenvolvido e cultivado ao longo de mais de três décadas pelo seu autor face àquela obra de Fernando Pessoa. Um diálogo estreito mas labiríntico que nos leva a meditar acerca das leituras e interpretações profético-mitológicas, simbólicas e histórico-filosóficas levadas a cabo por um dos mais importantes nomes vivos da filosofia portuguesa.
Paulo Borges surge hoje associado a diversas dimensões da nossa vida pública. Conhecido como Professor, activista, político e filósofo, o seu nome inscreve-se nos anais da cultura nacional desde finais dos anos 1970. Desde então o seu percurso tem sido trilhado no sentido de uma demanda pelo saber e o conhecimento, sempre numa perspectiva indissociável da busca e revelação do espírito. Partindo do particular para o universal, é na esteira desta mesma tradição filosófica e sua respectiva operatividade que nasce a obra É a Hora!, reveladora de uma revolucionária interpretação da mensagem da Mensagem. Segundo o autor, «o espírito desta obra visa que, ao lê-la e compreendê-la, sejamos movidos para fazer aqui e agora alguma coisa de essencial, sermos agentes de uma transformação profunda, de nós mesmos, de Portugal e do mundo.» Esta é a essência fundamental deste livro que, para além do desvelamento dos símbolos, mitos e arquétipos que encontramos na Mensagem, impede que os mesmos cristalizem, mantendo-os vivos, através da tentativa da sua renovação.
Sendo É a Hora! uma obra de comentário e interpretação da Mensagem, nela reproduzem-se integralmente os poemas que a constituem, respeitando-se a sua ortografia original, tal como foi publicada em 1934. Outra importante nota quanto à ortografia recai sobre o próprio conteúdo filosófico-ensaístico de Paulo Borges que, naturalmente, não obedece ao novo acordo ortográfico. Um pequeno grande pormenor que contribui para a excelência de um dos mais interessantes livros recentemente publicados no âmbito dos estudos pessoanos.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Ciclo dedicado a Agostinho da Silva na FNAC do Chiado

«Que loucura vos tomou, meus irmãos homens? Urge que apeeis o Acaso do lugar divino que lhe destes, que lanceis, como diques e caminho da vida, as fortes linhas da inteligência ordenadora e da vontade, que acima de tudo se habitue a vossa alma a construir a existência com a pureza, o nítido recorte e a querida abstenção da estrofe de um poema.»
Agostinho da Silva em Textos e Ensaios Filosóficos.

Amado por uns e incompreendido por outros, Agostinho da Silva foi, indiscutivelmente, um filósofo visionário e um educador de primeira linha. Figura cimeira da cultura portuguesa do século XX, acabou por tornar-se no rosto mais familiar da filosofia portuguesa. Passados quase 20 anos sobre o seu desaparecimento a sua obra continua a revelar-se bastante actual, apontando algumas possíveis saídas para a tremenda crise que hoje atravessámos.
Homenageando e lembrando o filósofo das Conversas Vadias, a Associação Agostinho da Silva promove entre os meses de Julho e Setembro deste ano, um ciclo de conferências que abordarão diferentes aspectos da sua vida e obra. Este ciclo realizar-se-á na FNAC do Chiado, em Lisboa, tendo o seu início marcado já para o próximo dia 11 de Julho. As 6 sessões que constituem este périplo em torno de Agostinho da Silva terão lugar pelas 18:30, sendo a entrada livre e aberta a toda a comunidade. 

Agostinho da Silva numa visita à Torre de Belém.

:: Programa ::

11 de Julho
Agostinho da Silva, 1906-1944, por Rui Lopo

18 de Julho
A Poesia de Agostinho da Silva, por Maurícia Teles da Silva

25 de Julho
Agostinho da Silva e a Lusofonia, por Renato Epifânio

5 de Setembro
Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa, por Miguel Real

19 de Setembro
Agostinho da Silva e A Educação de Portugal, por Luís Santos

26 de Setembro
Espiritualidade, política e lusofonia na mutação de paradigma civilizacional segundo Agostinho da Silva, por Paulo Borges

sexta-feira, 1 de março de 2013

Diálogos com a Ciência IV: O Eu e o Nós em Sociedade

O mês de Março marca o já esperado regresso do Ciclo de Conferências Diálogos com a Ciência, organizados pela Reitoria da Universidade do Porto, sob o comissariado de Vicente Ferreira da Silva. A 4.ª edição desta iniciativa será subordinada à temática O Eu e o Nós em Sociedade e terá início no próximo dia 7 de Março, pelas 21:30, nas instalações da Reitoria da Universidade do Porto. Os oradores convidados para esta primeira sessão serão Paulo Borges e Paulo Morais.
Este ciclo decorrerá até ao próximo dia 8 de Maio, estando já disponíveis os nomes dos restantes oradores e respectivas datas das suas conferências. A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.   

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Fernando Pessoa e o Oriente

«Minha imaginação é uma cidade no Oriente.»
Bernardo Soares em Livro do Desassossego.

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No próximo dia 1 de Março, pelas 14:00, terá lugar na sala Nova Deli do Museu do Oriente, um Seminário Internacional subordinado ao tema Fernando Pessoa e o Oriente.
Esta iniciativa é organizada e realizada em parceria pelo Centro de Filosofia e pelo Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa, com a colaboração da Fundação Oriente. O comité científico deste encontro é composto por Duarte Braga, Fabrizio Boscaglia e Rui Lopo que, juntamente com Paulo Borges e Antonio Cardiello, constituem também a lista de oradores.
A entrada é livre e aberta a toda a comunidade. 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Filosofia e Culturas de Língua Portuguesa

«Uma das características maiores de algum do mas singular pensamento português parece ser a visão de que o pleno sentido e realização das supremas possibilidades do mundo, do homem e da história é indissociável da sua transfiguração no divino ou no absoluto.»
Paulo Borges em Pensamento Atlântico.

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O Grupo de Investigação Raízes e Horizontes da Filosofia e da Cultura em Portugal do Instituto de Filosofia da FLUP (Faculdade de Letras da Universidade do Porto) promove, a partir desta semana, um Seminário Permanente dedicado à Filosofia e Culturas de Língua Portuguesa. Criado com o objectivo de estabelecer pontes entre os diversos espaços filosófico-culturais do mundo de língua portuguesa, promovendo o diálogo transdisciplinar entre a Filosofia e outras formas de expressão cultural, as diversas sessões deste seminário contarão com a colaboração dos membros do Grupo de Investigação e do Instituto de Filosofia, bem como com alguns ilustres convidados.
A primeira sessão terá lugar já no próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 15:30, na sala 201 da FLUP, contando com as intervenções de Celeste Natário, Renato Epifânio e António Braz Teixeira. No final deste encontro será ainda apresentada a mais recente obra de António José de Brito – Aporias do Ponto de Partida da Filosofia – editada na colecção Nova Águia da editora Zéfiro. A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Finis Mundi n.º 6

Lançada em 2013, a Finis Mundi n.º 6 reúne mais um interessante leque de colaborações nacionais e internacionais. Neste número, aos artigos de António Marques Bessa, Duarte Branquinho, Manuel Pinto de Rezende, Aleksandr Dugin, Renato Epifânio, Nuno Morgado, Oleksandr Lenko, entre outros, junta-se uma secção especial contendo as actas do Encontro Pessoa/Cioran, realizado a 30 de Novembro de 2011 na FLUP (Faculdade de Letras da Universidade do Porto), nas quais se destacam as contribuições especiais de Paulo Borges, Costa Macedo, Elsa Cerqueira e José Almeida. 
A revista encontra-se disponível na sua página oficial em http://revistafinismundi.blogspot.pt, podendo contactar-se o serviço de vendas e assinaturas através do seguinte endereço de correio electrónico: revistafinismundi@gmail.com. Esta publicação de referência poderá ser ainda adquirida nos seus dois formatos, físico e digital, através da Amazon. O preço de capa é de apenas 12€, compreendendo já as despesas de envio. 
Mais um número a não perder.

Capa da revista Finis Mundi n.º 6.

Lista de conteúdos e colaboradores

ACTAS DO ENCONTRO PESSOA/CIORAN
Nota Introdutória
- José António Miranda Moreira de Almeida

Emil Cioran e Fernando Pessoa, salto no absoluto
e “fuga para fora de Deus”
- Paulo Borges

Tempo e Palavra em Cioran
- J.M. Costa Macedo

Utopia em Fernando Pessoa e Emil Cioran
- José António Miranda Moreira de Almeida

Acerca do Conceito de Normalidade em Cioran
- Elsa Cerqueira

RESENHA
Video Nasties - Um Breve Olhar
- Luís Baptista

HISTÓRIA & BIOGRAFIA
A Geopolítica Existencial de Carlo Terracciano
- Aleksandr Dugin

José Acúrsio das Neves: Pensador Liberal ou Político Conservador?
Manuel Pinto de Rezende

A(s) Voz(es) do(s) Nacionalismo(s) Brasileiro(s)
- Jefferson Carvalho Jr.

ACTUALIDADE
Fátima, Fado e Futebol
- Duarte Branquinho

Esclarecimentos importantes sobre: Conspiração, Teorias da Conspiração, Sociedades Secretas, Ordens Iniciáticas, Think Tanks e Seitas
- João Lino Santos

Patologia Social Fenótipo Empático-Sintética
- David Botelho Mogas

Portugal: Crise, Ideias, Estado e Futuro
- Manuel Brás

O Fim da Farsa da Solidariedade Europeia
- Renato Epifânio

GEOPOLÍTICA & RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Novamente é Tempo de Lusotropicalismo
- António Marques Bessa

Globalização, Política Internacional e Luso-Brasilidade no século XXI
- Sandra Balão

Ex-Jugoslávia: a regra da Europa ou a excepção dos Balcãs?
- Nuno Morgado

Sobre o estado actual do continente africano e algumas estratégias de saída
- Rui Martins

Suíça e União Europeia: o peso da cultura política
- Sónia Pedro Sebastião

A política de avanço da República da Índia no contexto da Guerra Fria: da inactividade hábil no Tibete à captura da Índia Portuguesa
- Oleksandr Lenko

Política Europeia de Segurança e Defesa, PESD
- Luís Mira Pereira

sábado, 15 de dezembro de 2012

O Movimento de Paulo

O Portal do Governo Português promoveu recentemente a realização da segunda edição de O Meu Movimento. Uma iniciativa cujo principal objectivo teórico visa dar a oportunidade a qualquer cidadão português de defender uma causa em que acredite, levando-a ao Primeiro-Ministro, tomando parte activa no debate por um Portugal melhor.
Encabeçado pelo nosso Professor, pensador e activista Paulo Borges, O Movimento de Paulo visa alterar o estatuto jurídico do animal no Código Civil, reconhecendo-o como um ser senciente, capaz de sentir dor e prazer psicofisiológicos. Com o objectivo de proibir e punir legalmente os maus-tratos a que estão sujeitos os animais em  Portugal, esta causa visa humanizar o nosso sistema de justiça à imagem do que tem acontecido noutros países europeus e sul-americanos. 
Para votar neste movimento basta efectuar uma inscrição no Portal do Governo Português e clicar em "Apoiar". Esta é uma oportunidade de discutir-se a personalidade jurídica dos animais, tratados pela lei portuguesa como "coisas".

Apresentação do Movimento de Paulo - Alteração do estatuto jurídico do animal.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Curso sobre "O Movimento da Renascença Portuguesa"

«Adoremos o espírito, o nosso belo espírito; implantemo-lo na nossa terra, que é santa porque criou a saudade, como os desertos trovejantes da Palestina criaram Jeová, e os viçosos, harmoniosos vales gregos, criaram Orfeu e Apolo.»
Teixeira de Pascoaes em Renascença (o espírito da nossa Raça).

Arranca já amanhã o curso O Movimento da Renascença Portuguesa (1912-1932), promovido pelo Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e que conta também o apoio do SHIP (Sociedade Histórica para a Independência de Portugal). Esta acção de formação visa dar a conhecer, ao longo de 24 sessões, algumas das figuras nucleares de um dos principais e mais influentes movimentos culturais portugueses do século XX.
Contando com a colaboração de nomes conceituados como António Braz Teixeira, Pinharanda Gomes, Paulo Borges, Joaquim Domingues, Samuel Dimas, Celeste Natário, Duarte Ivo Cruz, António Cândido Franco, Cristina Nobre ou Paulo Samuel, este curso durará até Maio do próximo ano.
As inscrições poderão ser feitas na secretaria do SHIP, tendo um custo de 30€ para os sócios daquela instituição e do próprio Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, ou 35€ para o público geral.

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Grupo de Investigação sobre Pensamento Português do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa agora no Facebook

Haverá hoje poucas dúvidas quanto à utilidade do Facebook como ferramenta de divulgação e promoção na sociedade de informação. Ciente desta realidade, o Grupo de Investigação sobre Pensamento Português do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa acaba de criar uma página oficial naquela rede social, procurando deste modo dar-se a conhecer, bem como às actividades desenvolvidas pelos seus membros e colaboradores. Criado com o objectivo de promover o estudo, conhecimento e divulgação dos autores e obras de pensamento português, este grupo procura agora conquistar uma outra plataforma que lhe permita chegar a um público interessado mais abrangente, almejando uma maior exposição e alcance das suas actividades.
Ficando desde já feito o convite para se visitar e frequentar esta página, aproveitamos para recordar que para mais informações acerca deste organismo poderão ser contactados via correio electrónico Paulo Borges (pauloaeborges@gmail.com) e Bruno Béu (brunobeu@gmail.com).

(Clicar na imagem para aceder à página no Facebook.)

sexta-feira, 1 de junho de 2012

D. Sebastião e o Quinto Império em Fernando Pessoa

«Reactivar o mito ou os mitos profundos do povo português, eis o objectivo de Fernando Pessoa, que na Mensagem se faz o profeta (mas um profeta angustiado, torturado e saudoso) do regresso de D. Sebastião e da instauração do Quinto Império, embora um D. Sebastião e um Quinto Império muito diferentes da tradição comum.»


D. Sebastião e o Quinto Império em Fernando Pessoa é o nome da comunicação apresentada no próximo dia 6 de Junho, por Paulo Borges, na nona sessão do ciclo de conferências Fernando Pessoa: Filosofia, Religião e Ciências do Psiquismo Humano. Organizado pelo próprio Paulo Borges, juntamente com Nuno Ribeiro e Cláudia Souza, esta sessão terá lugar, como de costume, pelas 18:30, nas instalações da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.
A entrada é livre e aberta a todos os interessados.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Academia Popular de Filosofia

A criação de uma sociedade justa, baseada no respeito e na dignidade da pessoa ou indivíduo, sempre passou, em todos os grandes modelos e projectos civilizacionais, pela educação. Esse espírito foi de resto reavivado através de movimentos como a Renascença Portuguesa que cedo começou a preocupar-se com a necessidade de, entre outras coisas, apostar na criação das chamadas Universidades Populares. Essa centelha da filantropia ficou felizmente latente nas várias gerações que se foram sucedendo, perpetuando esse sonho de criar uma sociedade mais justa, consciente e cultivada. 
Foi precisamente desse espírito de partilha que surgiu a Academia Popular de Filosofia, a funcionar n'A Voz do Operário, em Lisboa. Propondo uma série de 6 aulas subordinadas a várias temáticas, estas iniciarão já amanhã, dia 12 de Abril, ficando a responsabilidade lectiva a cargo de nomes como Paulo Borges, Miguel Real, Viriato Soromenho Marques, André Barata, João Luís Lisboa, Ana Gonçalves e Ana Bernardo. 
A frequência destas aulas é gratuita, estando já abertas as inscrições através do seguinte endereço de correio electrónico: acad.popularfilosofia@gmail.com. Não deixe de participar.

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quinta-feira, 1 de março de 2012

«Teoria do ser e da verdade» de José Marinho - Curso de Leitura e Comentário

«Aquele a quem foi dado ser plenamente como o em que se nega todo o parcial ser, como o que vê e, no ver do que é, infinitamente ultrapassa todo o ver e saber finito, esse, no mesmo instante em que frui a mais pura alegria, sabe para sempre toda a verdade.»
José Marinho em Teoria do ser e da verdade.

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O Curso de Leitura e Comentário da obra Teoria do Ser e da Verdade surge no seguimento do Colóquio José Marinho: Do Espírito ao Insubstancial Substante, realizado em Lisboa, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), durante Dezembro de 2011. Ano em que se celebrou o 50.º aniversário da 1.ª edição da principal obra de José Marinho, Teoria do Ser e da Verdade.
Com uma coordenação a cargo de Bruno Béu e Dirk Hennrich, este curso realiza-se nas instalações da FLUL entre 12 de Março e 26 de Abril, contando também com a participação de Paulo Borges, Jorge Croce Rivera, Rui Lopo, Ricardo Ventura e Renato Epifânio.
Mais informações sobre preços e inscrições em www.cursojosemarinho.blogspot.com, ou através do endereço de correio electrónico cursojosemarinho@gmail.com.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Colóquio José Marinho: Do Espírito ao Insubstancial Substante

«Cheguei à filosofia não pelo caminho da ciência, mas pelo da religião e da poesia. São bons, creio todos os caminhos que levam à filosofia, se a ela verdadeiramente levam, mas a mim próprio era mais adequado o que segui. Poderia mostrar, mediante exemplos históricos, que o caminho da ciência, do que os modernos chamam ciência, deixa sempre um vinco do qual é muito difícil sair.»
José Marinho em Aforismos sobre o que mais importa.

José Marinho (1904-1975).

Realiza-se no próximo dia 20 de Dezembro, na Sala Anf. III das instalações da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), o Colóquio José Marinho: Do Espírito ao Insubstancial Substante
Com uma comissão organizadora constituída por Paulo Borges, Dirk-Michael Hennrich e Jorge Croce Rivera, este colóquio realiza-se por altura do cinquentenário da obra Teoria do Ser e da Verdade do filósofo português José Marinho. Para além dos membros da comissão organizadora, poder-se-ão ouvir neste encontro as comunicações de Pinharanda Gomes, António Braz Teixeira, Mafalda Faria Blanc, Rui Lopo, Afonso Rocha, Joaquim Costa Macedo, Renato Epifânio, Diogo Ferrer, Manuel Cândido, Bruno Beú, Carlos Silva, Cristina Marinho, Luísa Couto Soares e Paulo Santos.
As sessões de trabalho decorrerão entre as 9:15 e as 20:00, sendo a entrada livre e aberta a toda a comunidade.

(Clicar na imagem para ampliar o programa.)

domingo, 11 de dezembro de 2011

Ciclo Internacional de Conferências «Pessoa na Actualidade»

«ALBERTO CAEIRO
RICARDO REIS
ÁLVARO DE CAMPOS
FERNANDO PESSOA
...Que nomes portugueses tão sonoros!
»
John Wain em Reflexões sobre o Sr. Pessoa.


A Casa Fernando Pessoa promove durante o presente mês de Dezembro e o próximo mês de Janeiro o Ciclo Internacional de Conferências «Pessoa na Actualidade». Organizado por Paulo Borges, Nuno Ribeiro e Cláudia Souza, este ciclo de encontros visa levar à Casa Fernando Pessoa alguns jovens investigadores pessoanos, nacionais e estrangeiros, dando deste modo a conhecer o estado da arte face ao estudo do pensamento e obra do poeta, escritor e pensador português.
Todas as sessões tem início às 18:30, sendo a entrada livre a todos os potenciais interessados.

Programa das sessões de 14, 15 e 16 de Dezembro de 2011

14 de Dezembro (Palestras inaugurais a cargo dos membros da Organização) 
- Paulo Borges (Portugal) - A «alma [...] divina», o «mar sem fim» e a «eterna calma»: comentário do poema "Padrão" de Mensagem 
- Cláudia Souza (Brasil) - Pantaleão e a Política 
- Nuno Ribeiro (Portugal) - Fernando Pessoa e Nietzsche: escrita, sujeito e pluralidade 

15 de Dezembro 
- Fabrizio Boscaglia (Itália) - Fernando Pessoa e a civilização arábico-islâmica: algumas considerações introdutórias. 
- Giancarlo de Aguiar (Brasil) - Processo de Individuação em Fernando Pessoa: Uma Análise da Personificação de Heterónimos. 
- Raquel Nobre Guerra (Portugal) - Saudade evocativa e saudade do futuro em Álvaro de Campos 

16 de Dezembro 
- Júlia Dieguez (Espanha) - Fernando Pessoa: Una Odisea a través del Caos 
- Pablo Javier Pérez Lópes (Espanha) - O grupo civilizacional ibérico no seio da refundação mítica da existência de Fernando Pessoa.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Encontro Pessoa/Cioran

«A missão imperial a que têm que obedecer as duas nações que formam o Império Português encontra-se estabelecida nas seguintes origens: (a) como memória e tradição, a fundação da civilização universal moderna pelo Infante D. Henrique, (b) como propósito e utopia, a criação, pelos Sebastianistas, da ideia de um Império Português, designado como o Quinto Império, e formado em bases diversas das de todos os impérios passados, (c) como tipo de acção, a concentração em uma unidade espiritual, a criar progressivamente, da tradição em que assenta a razão histórica do Quinto Império, e da esperança em que reside a razão religiosa d'ele.»
Fernando Pessoa num inédito sobre O Grémio da Cultura Portugueza
«Só agimos sob o fascínio do impossível: o mesmo é dizer que uma sociedade incapaz de dar à luz uma utopia e de se lhe entregar se encontra de esclerose e ruína.» 
Emil Cioran em História e Utopia.

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Decorrerá no próximo dia 30 de Novembro, pelas 17:00, nas instalações da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), o Encontro Pessoa/Cioran, promovido pelo Grupo de Investigação Raízes e Horizontes da Filosofia e Cultura em Portugal. Com o objectivo de lembrar o 76.º aniversário da morte de Fernando Pessoa, no ano em que se comemoram os 100 anos do nascimento de Emil Cioran, este evento contará com as intervenções de Paulo Borges, Costa Macedo, José Almeida e Elsa Cerqueira.
No final da sessão, haverá ainda espaço para a apresentação do 3.º número da revista Cultura Entre Culturas, dedicado a Fernando Pessoa, assim como da mais recente obra de Paulo Borges, intitulada Teatro da vacuidade ou a impossibilidade de ser eu.  
A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.

domingo, 23 de outubro de 2011

Cultura Entre Culturas n.º 4

Realiza-se na próxima Terça-Feira, dia 25 de Outubro, pelas 18:30, o lançamento do nº 4 da revista Cultura Entre Culturas, dedicado ao poeta surrealista António Ramos Rosa. Este número contém um caderno especial de 60 páginas com poemas e desenhos inéditos do poeta, bem como diversos estudos e testemunhos de figuras destacadas da nossa Cultura. 
A apresentação será feita por Maria Teresa Dias Furtado (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e António Cândido Franco (Universidade de Évora), estando também presentes o director da revista, Paulo Borges, o director de arte, Luiz Pires dos Reys, assim como o editor Baptista Lopes (Âncora Editora).
A sessão de apresentação terá lugar na actual morada do poeta, situada na Residência Faria Mantero, Praça de Dio, n.º 3 - 1400-102 Lisboa. A entrada é livre.

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Lista de conteúdos

EDITORIAL 

ENSAIOS philo- sophia | sophemas

Dirk Hennrich
- Alguns aforismos sobre filosofia e poesia (em homenagem a José Marinho) 
Paulo Borges
- Grãos de areia 
Fátima Valverde
- Ministério da estética: para uma consciência social do belo 
Carlos Silva
- Pessoa Pluralidade possível -­ encenação de uma leitura temporã e de permeio 
Luiz Pires dos Reys
- Nascer do dia frag : mentos do ermo a esmo

POESIA photo grafia | rte 

José Valle de Figueiredo 
- 5 poemas inéditos
António Cândido Franco
- Leonor Teles
- Retrato de Francisco Palma Dias
João Raposo
- Hora de Névoa
Ethel Feldman 
- Esperei-te em silêncio
- Benjamin 
Fátima Vale 
- Êxtase-ganapatyas 
- Eclipse 
- Da árvore que caiu da folha
- Tens danças adiadas no salão de uma estrela 
Agripina Costa Marques
- Voo - vaivém entre diferentes planos 
- O primeiro sinal emanou da montanha
Donis de Frol Guilhade
- Dois poemas de Uroboros ou o Vaticinador de Chirico
- Paz: majestado sereníssimo 
Dom Diniz 
- Duas cantigas de mestria (nos 750 anos do seu nascimento) 
Bruno Miguel Resende 
- 4 imagéticas 
Rui Miguel Félix
- 4 fotografias | 2 poemas

DOSSIER ANTÓNIO RAMOS ROSA

Ana Paula Coutinho Mendes
- António Ramos Rosa ou a respiração poética do mundo
António Ramos Rosa 
- Poemas inéditos (ou quase éditos) e outros menos

Testemunhos

Agripina Costa Marques
- Louvam o sol com seus cantos
Casimiro de Brito 
- Eros e Thanatos
Maria João Fernandes 
- Lettera amorosa 
Maria Teresa Dias Furtado
- As palavras que António me deu 
Paulo Borges 
- Do imediato, da palavra, do silêncio e do vazio em António Ramos Rosa 
Gonçalo Salvado 
- Desenho 
Maria do Sameiro Barroso 
- A palavra tributaria e solar 
Fernando Esteves Pinto 
- Para António Ramos Rosa 
Gisela Ramos Rosa 
- Duas fotografias | Um poema 
- Os ramos do seu nome (um testemunho) 
José Machado Pais 
- Rosalume 
José Bivar 
- A mão que canta os pássaros 
Luís Filipe Pereira
- Como leitor de António Ramos Rosa, esta impressão breve não será mais que a fantasia de um pássaro/preso na ténue rede das palavras oblíquas
Manuela Justino
- Osquestração 
João Pedro Silva
- António Ramos Rosa, a poesia desenhada 
João Rui de Sousa 
- O relógio da amizade 
Tiago Nené 
- O bom poeta 
Donis de Frol Guilhade
- Cal: alquimia espiral do sol’o

Bibliografia [in]completa de António Ramos Rosa 

VOZES D’OUTRO NENHURES 

Stephen Batchelor
- Mitologias paralelas
- Tédio Baudelaire 

COLABORADORES ENTRE notas biobibliográficas

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Filosofia Oriental estudada a partir de Lisboa

«O Oriente, na diversidade das suas culturas, civilizações e religiões, sempre surgiu para os ocidentais como uma ideia e imagem ambivalentes, ora como objecto de temor, desconfiança e repulsa, sinónimo de um arcaísmo a ultrapassar pelo progresso racional, científico, histórico e social, ora exercendo um fascínio extremo, como sinónimo de uma fonte de sabedoria perdida ou esquecida, que importaria reencontrar para uma reorientação espiritual da própria consciência e para um verdadeiro renascimento da civilização ocidental, assombrada com a perspectiva da sua decadência. 
Associado ao símbolo do sol nascente e da Origem, a demanda do Oriente geográfico e cultural, tão presente na história e na cultura portuguesas, converteu-se também na de um Oriente interior, como essas “Índias espirituais”, “que não vêm nos mapas”, que no dizer de Fernando Pessoa seriam a descoberta que restaria por fazer, após o desvendamento do mundo físico.»
Excerto retirado do texto introdutório do curso Filosofia no Oriente.

Sendo Portugal uma nação que desde há séculos se constituiu herdeira de uma vasta e profunda tradição universalista, fruto não apenas de uma expansão imperialista, mas também de uma missão espiritual superior e transcendente, destinada a preparar o regresso da humanidade à sua idade de ouro e ao paraíso perdido, parece-nos pertinente questionar o porquê de vivermos constantemente de costas voltadas para o que nos é mais estranho e exotérico. Este factor, de certo modo condicionador da nossa missão civilizadora, impede-nos de alcançar um desejável grau de alteridade, capaz de nos permitir agilizar o intelecto, potencializando a nossa percepção de um todo universal constituído pelo que nele encerra de mais distinto e particular. Não deixa por isso de ser curioso que as elites intelectuais portuguesas tenham descurado tanto, ao longo dos tempos, o fomento de centros de estudos orientais, vocacionados para o aprofundamento do conhecimento relativo às culturas autóctones, em detrimento de um pensamento culturalmente centralista e circunscrito, típico das sociedades colonialistas. Até países como a Inglaterra, França ou Holanda, geralmente apontados como terríveis potências colonizadoras, das quais sempre nos procuramos demarcar historicamente, souberam perceber a importância de compreender e estudar as culturas orientais, fundando inúmeros centros de estudo e investigação. Mesmo países com menos tradição no que toca aos contactos permanentes com o Oriente, como é o caso de Itália ou Alemanha, souberam investir nesse sentido, ficando Portugal algo arredado desse investimento cultural, salvo algumas raras e nobres excepções, responsáveis pela manutenção de uma certa chama que nos ilumina o caminho para as Indías Espirituais.
Assim, surge com a maior das pertinências, no âmbito das actividades de formação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) previstas para o ano lectivo de 2011-2012, um Curso de Especialização dedicado ao tema Filosofia no Oriente, com a coordenação científica de Paulo Borges, Carlos João Correia, Carlos H. do C. e Bruno Béu. Direccionado a todos os que pretendam compreender o fenómeno de ressurgimento e popularização do interesse pela cultura oriental, de uma forma séria e coesa, este curso demonstra um esforço revelador de uma vontade de recuperar o tempo perdido.

(Clicar na imagem para mais informações sobre este curso.)

Programa geral do curso

1º Semestre

- Introdução ao Budismo.
Paulo Borges
5ª feira, 17h-19h

- Filosofia Clássica Indiana.
Carlos João Correia
6ª feira 17h-19h

2º Semestre

- Mística Cristã e Gnose Oriental
Paulo Borges (org.), Carlos H. do C. Silva e Bruno Béu
5ª feira, 17h-19h

- Oriente/Ocidente: diálogos e cruzamentos.
Paulo Borges (org.)
6ª feira, 17h-19h

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Revista Cultura Entre Culturas no programa Ler +, Ler Melhor

A revista Cultura Entre Culturas foi alvo de destaque no programa Ler +, Ler Melhor, transmitido no passado dia 24 de Agosto pela RTPN. Em entrevista, o seu director, Paulo Borges, e o director artístico, Luiz Pires dos Reys, apresentaram esta importante revista de cultura e pensamento, explicando as metas e objectivos deste projecto, fazendo uma retrospectiva dos seus três primeiros números, com destaque particular  para o último volume, dedicado a Fernando Pessoa, no 75º aniversário do seu falecimento.
Coube ainda nesta entrevista desvendar a temática do próximo número, dedicado ao encontro entre poesia e filosofia, destacando-se as justas homenagens a Cruzeiro Seixas, importante nome do surrealismo português, assim como ao conhecido poeta António Ramos Rosa. A não perder...

Cultura Entre Culturas no programa Ler +, Ler Melhor da RTPN.

terça-feira, 19 de julho de 2011

O teatro da vacuidade ou a impossibilidade de ser eu

É hoje apresentado às 18:30, na FNAC do Chiado, em Lisboa, o mais recente livro de Paulo Borges, intitulado O teatro da vacuidade ou a impossibilidade de ser eu. Na linha de Uma Visão Armilar do Mundo, o autor reuniu neste livro uma série de artigos que desta feita versam, essencialmente, sobre Fernando Pessoa e toda a sua idiossincrasia face a um Portugal universal, farol do tão desejado Quinto Império. Nesta análise bastante sui generis do pensamento pessoano, Paulo Borges não se esquivou de interligar os mundos do autor e pensador português, com o de outros autores como António Machado, Jorge Luis Borges e Emil Cioran.
As honras desta apresentação caberão a Miguel Real e Vasco Silva que falarão na presença do autor da obra.

«Neste livro pensamos com Pessoa alguns dos temas que com ele comungamos: a experiência da vida como teatro heteronímico; a ficcional (im)possibilidade do(s) eu(s) e do mundo como ilusão ou jogo criador; o vislumbre do entre-ser, isso que (não) há entre uma coisa e outra, consoante a revista Cultura ENTRE Culturas; estados não conceptuais nem intencionais de consciência; os sentidos múltiplos de Portugal, Lusofonia e Quinto Império, na linha de Uma Visão Armilar do Mundo. Pessoa redescoberto pela filosofia, também em diálogo com António Machado, Jorge Luis Borges e Emil Cioran.»
 Paulo Borges sobre O teatro da vacuidade ou a impossibilidade de ser eu.

sábado, 2 de julho de 2011

Entrega do Prémio António Quadros 2011

«A grande ilusão dos estrangeirados é julgarem que enriquecem a nossa cultura colando-lhe teorias ou ideias importadas tal e qual, isto é, transformando-a numa cultura traduzida - o que é até absurdo, pois não se pode traduzir cultura.
A simples (a complexíssima) riqueza da nossa língua basta por si própria para justificar o aprofundamento e a autonomia da cultura portuguesa e constitui fundamento de si suficiente para uma grande filosofia - que ainda não temos talvez, mas por que é válido lutar, pois que a nossa obrigação é antes levar para a mesa da comunidade internacional, a nossa personalidade mental, científica, literária, artística, do que nossa passividade discipular ou disciplinada.
»
António Quadros em A Arte de Continuar Português.

Criado com o objectivo de celebrar o autor de obras como Portugal Razão e Mistério ou Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista, o Prémio António Quadros nasceu da necessidade de incentivar a continuidade do trabalho deste insigne pensador, distinguindo, encorajando e divulgando o pensamento português nas suas mais variadíssimas expressões e manifestações.
Instituído pela Fundação António Quadros, o prémio deste ano distinguirá uma obra da área da Filosofia, cujo vencedor será divulgado uma semana antes da sua entrega, pelas mãos de Mafalda Ferro, presidente da Fundação. Recordamos que o júri deste concurso é presidido por António Braz Teixeira e constituído por Paulo BorgesManuel Ferreira PatrícioManuel Cândido Pimentel e Miguel Real.
A cerimónia de entrega do galardão decorrerá no próximo dia 14 de Julho, pelas 17h00, na Sala Antão de Almada da Sociedade de História da Independência de Portugal. A entrada é livre.

(Clicar na imagem para ampliar.)