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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Entrepoemas

«Entrepoemas é um estado afectivo.
Uma sobreimpressão de imagens, lembranças e pensamentos.
Talvez seja apenas um lugar do devir.
Uma espécie de tela onde figuram os luxos da alma.
Um dia chamar-lhe-ei amoris causa.
»
J. Alberto de Oliveira na apresentação de Entrepoemas

Muitos conhecerão, certamente, J. Alberto de Oliveira como padre franciscano, ou enquanto a alma responsável pelo curiosíssimo Almanaque de Santo António que, à maneira dos velhos almanaques do século XIX e da primeira metade do século XX, continua hoje a informar-nos dos usos e costumes agrícolas, das marés, da passagem das estações, narrando-nos histórias, desafiando-nos para charadas, ou contanto anedotas de sabor popular. Porém, a sua sensibilidade poética e o amor pela Língua Portuguesa são qualidades que vêm de igual modo ao de cima quando com ele conseguimos travar amizade, descobrindo-o com mais cuidado em todo o seu perfil e ser.
Autor de uma vasta obra literária e poética, J. Alberto de Oliveira tem agora em mãos o seu último livro de poesia, intitulado Entrepoemas, publicado pelas Edições Afrontamento. A sessão de lançamento deste livro terá lugar no próximo dia 23 de Outubro, pelas 21:30, no auditório da FNAC do MAR Shopping, em Leça da Palmeira. A apresentação da obra ficará ao cargo de Maria Bochichio, Professora da Universidade de Coimbra e da Universidade de Genebra. Como não poderia deixar de ser, esta sessão terminará com a leitura de alguns poemas.
A entrada é livre.

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Santa Maria de Arouca: a memória de um mosteiro

«Pode dizer-se que tanto a alta Idade Média, como os séculos que se lhe seguiram, até fins do século XV, não deixaram outros vestígios de arte arquitectónica em todo o distrito de Aveiro, além do velho castelo da Feira, de origem pré-nacional, da pequena rosácea da igreja de Brunhido, considerada do período de transição do século XII para o XIII, e da fundação do mosteiro de Arouca (...) fundado pela rainha D. Mafalda, filha de D. Sancho I, em princípio do séc. XIII, mas de cuja construção apenas restam alguns elementos. O actual edifício é produto de diversas épocas, em consequência das destruições por que passou em 1550, em 1725 e, mais modernamente, em 1932, todas provocadas por incêndios.»
José Correia do Souto em Portugal Monumental (Vol. 1).

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Realiza-se amanhã, dia 21 Junho, pelas 18 horas, na FNAC Stª. Catarina, no Porto, a apresentação do livro A Memória de um Mosteiro: Santa Maria de Arouca (Séculos XVII-XX): das Construções e das Reconstruções, da autoria de Manuel Moreira da Rocha. Subordinado ao estudo patrimonial do importante mosteiro de Arouca ao longo de algumas das suas fases históricas, balizadas por um espaço temporal de aproximadamente três séculos, este trabalho, agora editado pelas Edições Afrontamento, terá uma apresentação a cargo do Professor Vítor Serrão, da Universidade de Lisboa. 
Este evento tem entrada livre.