segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Temos tudo quando temos Portugal!
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sábado, 23 de janeiro de 2016
Junqueiriana - Ciclo de tertúlias sobre Guerra Junqueiro
«Guerra Junqueiro não é apenas poeta, é também pensador, e foi igualmente político e diplomata, homem de ciência, coleccionador de arte e agricultor. Em todas essas dimensões, se bem que em escala diversa, deixou marca. Para o entender, haveria que estabelecer conexões mais vastas que as cingidas ao universo literário.»
Henrique Manuel Pereira em Fragmentos de Unidade Polifónica.
Após ter-se assinalado em 2015 o centenário da exaltação do filósofo português José Pereira de Sampaio (Bruno) através de um ciclo de tertúlias que tiveram lugar no Ateneu Comercial do Porto, o MIL - Movimento Internacional Lusófono e a revista Nova Águia aliam-se, uma vez mais, àquela centenária instituição da cidade Invicta para animar um novo conjunto de encontros dedicados à cultura nacional e ao pensamento português.
Deste modo, obedecendo a uma continuação lógica do ciclo anterior, pretende-se com a Junqueiriana homenagear um outro importante intelectual português: Guerra Junqueiro. Poeta, filósofo, polemista e político, esta incontornável personalidade da cultura portuguesa será o patrono de um novo ciclo de tertúlias a realizar mensalmente no Ateneu Comercial do Porto, entre os meses de Janeiro e Junho do corrente ano. Dinamizados por Joaquim Domingues, Pedro Sinde e José Almeida, estes encontros contarão ainda com as participações de Henrique Manuel Pereira, Ângelo Alves, José Valle de Figueiredo, Júlio Amorim de Carvalho, Renato Epifânio, entre outros.
A primeira sessão terá lugar já no próximo Sábado, dia 30 de Janeiro, pelas 17:00, sendo uma iniciativa de entrada livre e aberta a toda a comunidade. Para informações revistas e actualizadas visite-se a página junqueiriana.tumblr.com.
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| (Clicar na imagem para ampliar.) |
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Os Reis Magos do Oriente e do Ocidente
Em dia de celebração da Epifania partilhamos o belo e misterioso díptico de Carlos Dugos intitulado Os Reis Magos do Oriente e do Ocidente. Uma pintura plena de simbolismo onde o artista e ensaísta português sintetiza a integração do sentido teleológico da História de Portugal na tradição cristã. Esta obra datada de 2008, nascida Do ciclo Vieira, o Verbo e a Luz, foi inspirada pelo Sermão da Epifania do Padre António Vieira, do qual transcrevemos aqui o seguinte excerto que nos permite descodificar iconograficamente a mensagem deste quadro:
«S. Bernardo (...) arguiu com seu grande engenho, que assim como houve três Reis do Oriente que levaram as gentilidades a Cristo, assim havia de haver outros três Reis do Ocidente que as trouxessem à mesma fé. (...) Estes felicíssimos Reis foram El-Rei D. João, o Segundo, El-Rei D. Manuel e El-Rei D. João, o Terceiro, porque o primeiro começou, o segundo prosseguiu, e o terceiro aperfeiçoou o descobrimento das nossas conquistas, e todos trouxeram ao conhecimento de Cristo aquelas novas gentilidades, como os três Magos as antigas.»
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| Os Reis Magos do Oriente e do Ocidente, de Carlos Dugos. |
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Nossa Senhora, ao luar...
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| Nossa Senhora e o Menino Jesus, ilustração de Almada Negreiros. |
Nossa Senhora, ao luar...
Nossa Senhora, ao luar...
toda cheiinha de luz,
põe-se a embalar, a embalar
o seu Menino Jesus.
A Nossa Senhora canta
para o adormentar;
mas a Mãe, que o mundo espanta,
tem vontade de chorar.
Entanto o lindo Menino
quer a lua, a rabujar...
Sente que o reino divino
é lá na terra do luar!
Afonso Lopes Vieira em País Lilás, Desterro Azul.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Feliz Natal!
Viver a véspera e o dia de Natal na companhia da família e amigos mais próximos equivale à materialização do Amor emanado pelo espírito presente em cada representação do presépio. A Sagrada Família, exemplo maior e supremo para todas as famílias, convida-nos nesta noite tão especial ao calor do recolhimento familiar, à partilha e ao convívio, mas também à meditação face à mensagem perenemente vivida e celebrada nesta data.
Por tudo isto e muito mais, a Nova Casa Portuguesa aproveita este momento para desejar a todos os seus amigos e leitores um Santo e Feliz Natal, repleto de amor e muita esperança.
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| Presépio tradicional português. |
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Creio no Portugal Eterno
O aproximar da quadra natalícia remete-nos para momentos de meditação interior. O espírito cristão alia-se à espiritualidade atávica dos cultos ancestrais dos nossos antepassados, pautados pelas festas cíclicas que marcam e acompanham o passar dos tempos e das estações do ano. Pensar o divino a partir da nossa terra, da nossa Pátria, do nosso eixo telúrico, torna-se por isso inevitável e necessário. Desenganem-se os homens que acreditam na economia como sendo a origem dos males que afrontam a nossa idade, pois a nossa crise é, antes de mais, espiritual.
Importa por isso reencontrar a matriz, ir ao encontro da nossa Luz, da nossa Verdade e Amor. Só aí poderemos encontrar a nossa Glória, alcançando a vitória sobre as trevas.
Aproveitando a passagem de mais uma noite de solstício e a chegada do Natal, evocamos aqui a grandeza da nossa espiritualidade pátria através de uma belíssima oração de Maria Henriques Osswald, extraída do seu livro Portugal Eterno, publicado no Porto em 1941.
Creio
Repicam todos os sinos...
Ó Vós que nascestes em Portugal, vinde rezar comigo.
1.º - Creio nos portugueses, descobridores de novos mundos.
2.º - Creio na lição do passado.
3.º - Creio na Verdade do sacrifício.
4.º - Creio nas vozes do mar, no mar das ondas ansiosas, as que não esqueceram a espora portuguesa.
5.º - Creio no arfar fiel da terra, onde tombou sangue bendito.
6.º - Creio no bem da Saudade, graças do amor, visível nas colinas mansas, nas selvas, onde cada flor fala de milagre.
7.º - Creio na bênção constante dos grandes Heróis - os que resgataram a nossa terra.
8.º - Creio na mensagem - ordem dos Santos portugueses.
9.º - Creio que Deus criou Portugal.
10.º - Creio na imortalidade de Portugal.
Ámen.
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| Desenho de Alfredo Roque Gameiro evocando os homens que construíram Portugal. |
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