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domingo, 4 de novembro de 2012

Costumes portugueses segundo João Palhares (2.ª parte)

Conforme foi aqui anteriormente referido, a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) reúne no seu espólio uma série de gravuras da autoria do artista português João Palhares, representando trajes, costumes, hábitos e profissões do Portugal novecentista. Optámos hoje por partilhar mais algumas dessas gravuras, importantes pela questão estético-artística, mas também pelo seu valor etnográfico e patrimonial, permitindo-nos viajar até a um Portugal de outros tempos, revisitando algumas profissões e actividades económicas hoje já desaparecidas.  

Aguadeiro de Faro.

Alentejano.

Ceifeira da província do Minho.

Estudantes da Universidade de Coimbra.

Homem da Beira vendendo lanifícios das fabricas nacionais.

Lavadeira, mulher dos arrabaldes da cidade do Porto.

Lavrador da Ilha de S. Miguel.

Mulher de Portalegre.

Polícia civil de Lisboa.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Costumes portugueses segundo João Palhares (1.ª parte)

A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) reúne no seu espólio uma série de interessantes gravuras da autoria do artista português João Palhares, representando trajes, costumes, hábitos e profissões do Portugal novecentista. Trata-se de mais um valioso contributo histórico e etnográfico que nos permite ficar a conhecer um pouco mais acerca da constituição da sociedade portuguesa no século XIX, bem como a sua respectiva evolução. 
A série de 9 gravuras que aqui apresentamos constitui apenas uma pequena parte desse fundo João Palhares. Optando-se por mostrar primeiro algumas das gravuras originais existentes no espólio da BNP, serão posteriormente publicadas neste espaço outros conjuntos de ilustrações do mesmo autor, conseguidas através da mesma fonte, mas por via de reproduções mais tardias, já do século XX. 

Adéla em Lisboa.

Galinheira no Porto.

Romeiros do Senhor de Matosinhos.

Mulher e homem ovarenses.

Policia civil e guarda nocturno lisboetas.

Vendedor de cestos e condeças, em Lisboa.

Peditório para a festa do Espírito Santo, em Lisboa.

Almocreve.

Vaqueiro.

sábado, 4 de junho de 2011

Um olhar sobre os trajes da mulher portuguesa (2ª parte)

Conforme o prometido, publicamos a segunda e última parte deste olhar sobre o traje da mulher portuguesa, feito através do trabalho da nossa grande ilustradora Laura Costa. Relembramos que estas ilustrações provêm de uma colecção de postais publicados com o patrocínio da Oliva, antiga marca portuguesa de máquinas de costura, que os distribuiu pelos seus clientes.
Mostramos mais sete postais que procuram retratar a diversidade do traje feminino nos territórios de Portugal e do Império Português, à luz dos padrões interpretativos e etnográficos do gosto estado novista. Uma verdadeira obra de arte que aqui damos a conhecer e convidamos a partilhar.

Madeira.

Minho.

Ribatejo.

Douro Litoral.

Estremadura.

Índia.

Macau.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Um olhar sobre os trajes da mulher portuguesa (1ª parte)

Em tempos a Oliva, reconhecida marca portuguesa de máquinas de costura, patrocinou uma série coleccionável de postais referentes aos diferentes trajes existentes em Portugal e no Império Português. Com ilustrações da autoria de Laura Costa, estes cartões seguiram de perto uma padronização estética, etnográfica e folclórica nascida da Campanha de Bom Gosto de António Ferro, durante o período do Estado Novo. Não obstante esta reinvenção da identidade e das tradições, brilhantemente pensada e levada a cabo por António Ferro, não deixa de ser curiosa a forma como esta perspectiva sobre o nosso património cultural e etnográfico foi assimilada como parte integrante do ethos português.
Por razões de espaço optámos por partilhar apenas oito desses postais, publicando-se posteriormente os restantes sete que integram esta interessante colecção que aqui aproveitamos para dar a conhecer.

Algarve.

Alto Alentejo.

Baixo Alentejo.

Beira Alta.

Beira Baixa.

Beira Litoral.

Açores.

 África.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Jorge Barradas - representações populares

O site da Biblioteca Nacional de Portugal possibilita, ainda que de forma limitativa, a exploração de parte do valiosíssimo acervo daquela instituição, património de todos os portugueses que a ele deveriam poder aceder, pelo menos digitalmente, sem qualquer tipo de restrições ou reservas.
Foi numa das frequentes “pesquisas turísticas”, habitualmente realizadas naquela plataforma digital, que encontramos as seguintes gravuras do artista português Jorge Barradas. Nelas encontramos representadas algumas das mais típicas personagens da cidade de Lisboa, destacando-se o ardina, a leiteira, a vendedora, a varina, a lavadeira, o saloio e o marujo. Não deixa de ser curiosa a simbiose do traço modernista com a temática popular, tão a gosto do Secretariado de Propaganda Nacional de António Ferro. Estas gravuras datam de 1933 e inserem-se no designado "bom gosto" da época, muito apreciado nesta casa.

Ardina.

Leiteira com o casario popular ao fundo.

A varina entre o casario popular.

As lavadeiras.

Uma jovem leiteira com um marujo.

Saloios.

Retrato de uma varina.

Retrato de uma varina.

Vendedeira de fruta.

Vendedeiras saloias.