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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal!

Viver a véspera e o dia de Natal na companhia da família e amigos mais próximos equivale à materialização do Amor emanado pelo espírito presente em cada representação do presépio. A Sagrada Família, exemplo maior e supremo para todas as famílias, convida-nos nesta noite tão especial ao calor do recolhimento familiar, à partilha e ao convívio, mas também à meditação face à mensagem perenemente vivida e celebrada nesta data.
Por tudo isto e muito mais, a Nova Casa Portuguesa aproveita este momento para desejar a todos os seus amigos e leitores um Santo e Feliz Natal, repleto de amor e muita esperança. 

Presépio tradicional português.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Creio no Portugal Eterno

O aproximar da quadra natalícia remete-nos para momentos de meditação interior. O espírito cristão alia-se à espiritualidade atávica dos cultos ancestrais dos nossos antepassados, pautados pelas festas cíclicas que marcam e acompanham o passar dos tempos e das estações do ano. Pensar o divino a partir da nossa terra, da nossa Pátria, do nosso eixo telúrico, torna-se por isso inevitável e necessário. Desenganem-se os homens que acreditam na economia como sendo a origem dos males que afrontam a nossa idade, pois a nossa crise é, antes de mais, espiritual.
Importa por isso reencontrar a matriz, ir ao encontro da nossa Luz, da nossa Verdade e Amor. Só aí poderemos encontrar a nossa Glória, alcançando a vitória sobre as trevas.
Aproveitando a passagem de mais uma noite de solstício e a chegada do Natal, evocamos aqui a grandeza da nossa espiritualidade pátria através de uma belíssima oração de Maria Henriques Osswald, extraída do seu livro Portugal Eterno, publicado no Porto em 1941.

Creio  
Repicam todos os sinos...

Ó Vós que nascestes em Portugal, vinde rezar comigo.

1.º - Creio nos portugueses, descobridores de novos mundos.

2.º - Creio na lição do passado.

3.º - Creio na Verdade do sacrifício.

4.º - Creio nas vozes do mar, no mar das ondas ansiosas, as que não esqueceram a espora portuguesa.

5.º - Creio no arfar fiel da terra, onde tombou sangue bendito.

6.º - Creio no bem da Saudade, graças do amor, visível nas colinas mansas, nas selvas, onde cada flor fala de milagre.

7.º - Creio na bênção constante dos grandes Heróis - os que resgataram a nossa terra.

8.º - Creio na mensagem - ordem dos Santos portugueses.

9.º - Creio que Deus criou Portugal.

10.º - Creio na imortalidade de Portugal. 


Ámen. 
Desenho de Alfredo Roque Gameiro evocando
os homens que construíram Portugal.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Petição contra a construção da nova mesquita de Lisboa

«Folgara muito Vossa Alteza puder ver Goa e como derribou a fantasia dos mouros...»
Afonso de Albuquerque em carta ao Rei D. Manuel de 1512.

Portugal assiste desde finais do século XVIII à bastardização da sua tradição. A sub-reptícia "protestantização" e "rabinização" das mentalidades das nossas comunidades é, há muito tempo, encabeçada por correntes anti-portuguesas e estrangeiradas, cuja nociva natureza deverá ser combatida de uma forma total.  
Hoje, após as catástrofes da implantação república (1910) e a imposição da democracia (1974), vivemos debaixo do jugo dos princípios modernos da igualdade, ecumenismo e tolerância, ignorando porém que essas supostas conquistas "universais" constituem os grilhões com que nos prendem os predadores da Pátria à nossa degenerescência e ruína. Se em inícios do século XX vivíamos debaixo de um intenso fogo inimigo encabeçado pelas forças judaicas associadas à franco-maçonaria e outros movimentos criminosos que ainda continuam quotidianamente activos, reinventando-se e reorganizando-se sob a máscara do marxismo cultural, hoje um outro perigo alastra-se, não só em Portugal, como em toda a Europa e terras extremas da civilização ocidental. Falamos, obviamente, do islão. Uma religião de conquista, absolutamente, contrária à nossa tradição religiosa, espiritual, histórica e civilizacional. Uma religião que seduz o homem ocidental, doente, descrente da sua missão e do lugar que ocupa no mundo, através do exotismo plasmado num os lados da natureza exotérica daquele credo.
Não obstante sabermos a quem mais interessa a crescente vaga de islamofobia, não podemos deixar de combater, em nossa casa, por aquilo que nos pauta, defendendo a nossa tradição e civilização de matriz pagã-cristã. Importa-nos também saber demarcar dos rebanhos conduzidos pelos maus pastores: capitalistas, liberais e sionistas. Em resumo, há que controlar e combater a destruição do nosso fundo espiritual. Por esse motivo, não podemos deixar de nos opor à construção da nova mesquita de Lisboa que custará cerca de 2,9 milhões de euros aos nossos contribuintes. Numa altura em que são exigidos tantos esforços às famílias portuguesas e quando são conhecidos tantos casos onde é urgente a intervenção do Estado de modo a salvar o nosso património, não nos parece de todo razoável esta obra homologada pelos poderes socialistas que controlam os destinos da antiga capital do Império Português. 
Por este motivo, convidamos os amigos bem como os visitantes esporádicos da Nova Casa Portuguesa a assinarem uma petição, promovida pelo Instituto Santo Condestável (ISC), que visa o impedimento da construção de uma nova mesquita na cidade de Lisboa. Esta encontra-se disponível para ser assinada em http://petit.io/petition/instituto-santo-condestavel/nao-a-nova-mesquita-na-mouraria-de-lisboa.
Saibamos defender a nossa identidade e a nossa tradição de uma forma integral. Num bairro típico como a Mouraria não podemos aceitar nem a construção de uma mesquita, nem de um museu judaico. 

(Clicar na imagem para assinar a petição contra a construção da nova mesquita de Lisboa.)

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Maçcarilhas... a outra face

As Festas de Inverno constituem uma parte singular da tradição popular do Nordeste português. Entre as manifestações profanas de cultos sagrados de outros tempos e o crescente amor e interesse pela beleza do folclore daquela região, assiste-se hoje à revalorização de um património riquíssimo que, até há poucos anos atrás, esteve em risco de perder-se na longa noite escura do "progresso".
Em conformidade com esta realidade, a Biblioteca Municipal de Valpaços organiza entre os dias 10 e 30 de Novembro uma exposição intitulada Maçcarilhas... a outra face. Uma mostra que visa dar a conhecer não só as famosas máscaras que compõem toda a alegoria mítica das Festas de Inverno, como destacar o papel dos artesãos que desde tempos imemoriais as criam. 
A entrada é livre. 

(Clicar na imagem para ampliar.)

domingo, 1 de novembro de 2015

1.º de Novembro

«...o intenso laço moral que é o culto dos Mortos...»
António Sardinha em O Valor da Raça

É de conhecimento geral que os portugueses tendem a confundir, como que propositadamente e por motivos meramente práticos, o Dia de Todos dos Santos com o Dia dos Fiéis Defuntos. Um tipo de oposição que nos é natural face à natureza teórica das coisas, mesmo que estejamos a referir-nos a preceitos teológicos ou religiosos. E sim, o português é um Povo de Fé. Sempre foi e sempre será, não obstante a natureza selvagem e heterodoxa que caracteriza, por vezes, o axioma da sua alma colectiva. 
Esse espírito indomável que tantas vezes tende, talvez por aversão ao tédio e à fervente vontade de viver, a reinventar os modos de ver e projectar a nossa tradição, acabando por renovar-se constantemente, mostrando a vitalidade incomum do nosso ethos face ao de outros povos. Lembremos, por exemplo, as especificidades do nosso primeiro modernismo que mais não fez do que procurar reintegrar Portugal no seu próprio eixo espiritual, reaproximando a nossa Pátria da sua ancestral  e quase milenar tradição.
Com efeito, voltando à vivência espiritual do Dia dos Fiéis Defuntos no Dia de Todos os Santos, recordamos um eco da mais antiga e profunda religiosidade portuguesa, associada ao culto dos mortos. Um eco forte e contemporâneo que replica um grito atávico cuja origem recente é, no mínimo improvável. Porém, assim são os desígnios de Deus e dos princípios teleológicos da nossa Pátria. O delírio mecânico-futurista patente no tema 1.º de Novembro, da autoria dos bracarenses Mão Morta, reflecte a existência de uma luz que anima até as mais improváveis almas. O ambiente retratado pela letra desta música, pesado e lúgubre, transmite a persistência salvífica da nossa tradição num mundo que lhe é cada vez mais hostil. Afinal, entre os modernos ritmos do nosso quotidiano, subsiste ainda aquela alma portuguesa, dotada de uma doçura humana quase transcendente, nada indiferente à dor causada por uma solidão contrabalançada pela saudade do porvir.
O amor e a saudade que sentimos na dor causada pela falta dos nossos mortos não é mais do que aquele grito surdo de querermos perpetuar aquém-vida e além-morte. São as glórias, as paixões e memórias vividas juntas dos nossos ente-queridos. Preservar estes momentos de diálogo com o passado são a prova de que existe esperança no futuro. Por este motivo, é importante conservarmos esta vivência, mesmo que a música se ouça triste, na solidão dos dias chuvosos. 

1.º de Novembro

Um traço, um berço
Dois destinos que se cruzam na lonjura da distância
Erva fálica pelo caminho
Distúrbios, subúrbios
Automóveis ferrugentos desenhando o horizonte
Os paralelos asfixiam a alma
Solidão, saudade
Rumagens, romaria aos queridos defuntos
Carcaças abandonadas ao passado
Lágrimas, fábricas
Tempo invernoso sublinhando a ausência
A música ouve-se triste
Solidão!
Saudade!
Romagens!
Romarias!
Solidão!
Saudade!
Queridos!
Defuntos!


O tema 1.º de Novembro, dos Mão Morta, figurou primeiramente no LP compilação
À Sombra de Deus, editado pela Câmara Municipal de Braga em finais da década de 1980.

sábado, 17 de outubro de 2015

Olhos Negros

A editora discográfica Vidisco começou recentemente a publicar no seu canal de Youtube vários vídeos de bandas que fazem parte do seu extenso catálogo. Entre essas bandas encontram-se os incontornáveis Maio Moço, um grupo que muito se enquadra no espírito da Nova Casa Portuguesa.
Não obstante o longo período de inactividade no qual esta banda mergulhou, a dimensão do seu legado mantém-os sempre vivos na memória e no coração de todos os que amam Portugal e os seus mais belos "romances". O esforço empregue por este colectivo na recuperação e revitalização da nossa música, cultura e tradição histórica é bastante notório no seu longo repertório.
O tema que hoje aqui apresentamos - Olhos Negros - constitui uma excelente transposição musical de um dos mais belos poemas de Almeida Garrett.       

Por teus olhos negros, negros,
Trago eu negro o coração,
De tanto pedir-lhe amores ...
E eles a dizer que não.

E mais não quero outros olhos,
Negros, negros como são;
Que os azuis dão muita esp'rança,
Mas fiar-me eu neles, não.

Só negros, negros os quero;
Que, em lhes chegando a paixão,
Se um dia disserem sim ...
Nunca mais dizem que não.

Vídeo dos Maio Moço para o tema Olhos Negros.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

O Islão e o Ocidente em debate

A presente invasão de que está a ser alvo o Sul e o Leste da Europa coloca também em risco a própria sobrevivência histórico-cultural de Portugal. Numa época crítica em que a Europa deixou de ter o inimigo controlado às suas portas, passando a conviver com ele intramuros, importa discutir-se sobre o actual choque civilizacional que opõe o Islão ao Ocidente. 
Atendendo à urgência de um debate tantas vezes evitado em Portugal, a Associação de Professores de Filosofia organiza, no próximo dia 7 de Outubro, pelas 21:30, na livraria Ler Devagar, em Lisboa, um encontro subordinado à temática O Islão e o Ocidente, com Jaime Nogueira Pinto e Kalid Jamal. 
Este encontro é de entrada é livre, devendo-se contudo confirmar a presença através da inscrição em: www.apfilosofia.org/programa-e-inscricao-o-islao-e-o-ocidente.

(Clicar na imagem para ampliar.)

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Defende nos in proelio

Quanto ao Anjo de Portugal ser ou não S. Miguel, trata-se de uma velha questão cuja discussão se arrasta há já vários séculos. São vários os autores incluindo teólogos e eclesiásticos que apontam para a forte possibilidade do Anjo Custódio de Portugal ser de facto S. Miguel. Leia-se, por exemplo, os vários escritos do Padre Oliveros de Jesus Reis acerca desta matéria.
Portugal foi, provavelmente, a nação europeia com maior apego e devoção pelo seu Anjo Custódio. Uma tradição que, infelizmente, perdeu o seu fulgor, não obstante os esforços levados a cabo durante o século passado no sentido de recuperar esse culto.
Hoje, em termos de calendário litúrgico da Igreja Católica Romana o dia de S. Miguel é celebrado a 29 de Setembro, juntamente com os restantes arcanjos. Sendo Portugal uma nação católica, celebra-se liturgicamente esta mesma data entre nós, deixando-se o dia 10 de Junho para a celebração consagrada em exclusivo ao Anjo de Portugal.
Celebrar S. Miguel é celebrar Portugal e a sua vitória! Defende nos in proelio!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Acerca da certeza no triunfo e do valor das coisas

Numa época de máscaras e de ilusões, na qual impera também a ditadura do relativismo, importa regressarmos aos pensadores maiores desta nossa hora de vigília. Nada como recuperar velhos mestres, tão queridos nesta casa, como é o caso de João Ameal, hoje novamente aqui citado a partir da sua obra Rumo da Juventude, publicada em 1942 pela Editorial Acção:
«No entanto, apesar de tudo, o triunfo é seguro. Triunfo inevitável dos factos sobre as palavras, das realidades autênticas sobre as abstracções caducas. Triunfo necessário do verdadeiro sobre o fictício, do permanente sobre o transitório, da ordem humana sobre a desordem anti-humana.
Só podem duvidar ainda aqueles que não viram o problema tal qual é - ou que, tendo-o visto, duvidem de tudo, por maior que seja a luz da evidência. Mas esses não contam: a lógica deverá conduzi-los, inexoravelmente, a duvidar sobretudo (e com razão) de si próprios...
»
João Ameal (1902-1982).

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Camões, Os Lusíadas e a Identidade Nacional

Em vésperas de mais um Dia de Portugal, o semanário O Diabo publicou três interessantes páginas que sintetizam a relação daquele que foi o maior poeta de todos os tempos - Luís Vaz de Camões -, com a sua Pátria e a identidade do seu povo. Hoje poderá parecer estranho o facto do Dia de Portugal estar associado à figura de um poeta, sendo que se perdeu entre nós esse elo entre essa figura colectiva e o povo que ela canta e eterniza. Porém, o culto dos poetas sempre foi algo bastante enraizado na tradição portuguesa. Uma vivência tão mística quanto cultural que provém já desde tempos que remontam aos alvores da nacionalidade. 
Quanto ao autor da obra épica Os Lusíadas, ele serviu sempre como factor de união entre diferentes facções político-ideológicas, desde que elas comungassem um mesmo fundo: o incondicional amor a Portugal. Talvez por esse motivo o 10 de Junho seja entre os chamados feriados civis aquele que é celebrado de uma forma mais intensa. 
Temos tudo quando temos Portugal! Viva Portugal!

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quarta-feira, 3 de junho de 2015

O confronto ancestral entre o homem e a besta

«...a tourada à portuguesa descende de um culto antigo relacionado com o ar, ao passo que a tourada à espanhola descende do circo romano, onde animais e homens tinham de combater até à morte.»
Rainer Daehnhardt em Páginas Secretas da História de Portugal

Painel de mosaico com uma representação do labirinto e cabeça do
Minotauro, localizado na Casa dos Repuxos, em Conímbriga.

O touro, o javali e outros animais conhecidos pela sua ferocidade foram noutros tempos fundamentais à iniciação guerreira do povo lusitano. O confronto frontal com as bestas, olhando-as nos olhos sem temor da morte, aguardando as suas investidas, mostravam a bravura e a coragem necessária para entrar na idade adulta. Este confronto com a morte tonava-se sagrado ao aliar a solitária iniciação guerreira ao espírito de camaradagem marcial consagrado à protecção dos deuses. A natureza telúrica desses ritos mostra desde logo o apego e enraizamento incondicional à terra, numa leitura que pode ser alvo de inúmeras análises e perspectivas.
Um reflexo desses tempos antigos e desse fundo ancestral é ainda hoje encontrado nos forcados portugueses, responsáveis pela único momento digno do espectáculo tauromáquico. Quando o forcado é colhido e derrubado pelo touro que enfrenta, opondo-lhe a este apenas o seu próprio corpo, um grupo de camaradas apressa-se a conter a força da besta usando o mesmo meio. Não raras vezes o confronto do forcado com o touro torna-se mesmo fatal, sendo igualmente frequentes os acidentes em que o herói, sendo ferido, é de imediato protegido pelos seus companheiros. Estes, imbuídos pelo mesmo espírito de heroicidade, saltam para cima do companheiro ferido, oferecendo os seus corpos como escudos contra as investidas do feroz animal. Afinal, a cada guerreiro Deus deu um camarada. Alguém que está lá, marcando presença a cada momento... Sobretudo nos piores.


Mostra de bravura, companheirismo e camaradagem.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

As Aparições de Fátima: Uma entrevista com José Carvalho

Ao longo dos últimos anos o profícuo historiador José Carvalho tem vindo a dedicar grande parte do seu trabalho e da sua investigação à História da Igreja em Portugal. Dando particular atenção ao século XX, o fenómeno de Fátima ecoa em várias das obras que escreveu. A perspectiva católica e monárquica que perfilha enfatiza a grandeza de uma das mais importantes manifestações do sagrado de que há registo na Idade Contemporânea, contrariando as forças de dissolução que, ano após ano, procuram denegrir e profanar a sagrada natureza e mensagem das Aparições de Fátima.
Este ano, por ocasião de mais um mês de Maio - mês de Maria -, José Carvalho publicou, através da Prime Books, o livro Nossa Senhora de Fátima: História das Aparições. Uma obra propósito da qual foi entrevistado pelo semanário O Diabo. Recomendamos a leitura das suas palavras. 

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sábado, 2 de maio de 2015

Torre de Belém, a guardiã do porto de Lisboa

Dedicado ao tema L'Univers Esthétique des Européens, o convénio do passado dia 25 de Abril, organizado em Paris pelo Institut Iliade, contou com a presença de Duarte Branquinho, director do semanário O Diabo. Responsável pela representação portuguesa num dos mais importantes e aguardados encontros de reflexão cultural, estética e filosófica em torno do ideal de Europa, o luso mensageiro participou neste encontro num painel dividido com o italiano Adriano Scianca, fazendo uma apresentação intitulada Haut-lieu de l'Europe, La Tour de Belém, gardienne du port de Lisbonne
O vídeo desta conferência foi agora disponibilizado pelo Institut Iliade, podendo e devendo ser visualizado através da sua página de YouTube. A não perder!

(Clicar na imagem para aceder ao vídeo da conferência.)

domingo, 26 de abril de 2015

A natureza política do primeiro modernismo português no centenário da revista Orpheu

Ao longo do corrente ano celebram-se inúmeros centenários associados a momentos altos da História de Portugal e da cultura portuguesa. Dos incontornáveis 600 anos da Conquista de Ceuta, marcando o início da Expansão Portuguesa, passando pelas efemérides ligadas ao primeiro centenário da morte de Sampaio Bruno, ou os 100 anos da publicação de obras marcantes e definidoras da cultura portuguesa, tais como Arte de Ser Português de Teixeira de Pascoaes e O Valor da Raça de António Sardinha, motivos não têm faltado para a realização de inúmeras publicações, encontro e debates.
Neste contexto, 2015 marca também a passagem dos primeiros 100 anos desde a publicação do primeiro número da revista modernista Orpheu, onde pontificaram os nomes de Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro, Luís de Montalvor, Ruy Coelho, António Ferro, entre outros. Um marco deveras importante para a cultura portuguesa do século XX, ao nível da arte, do pensamento, da intervenção político-social e da estética. 
A propósito de Orpheu, no passado dia 21 de Abril, na sua crónica habitual no semanário SOL, Jaime Nogueira Pinto destacou a «restauração dos sinais e valores da Memória e da Tradição e a recusa do optimismo e do progressismo» por parte da geração de Pessoa, Almada, Sá-Carneiro e seus companheiros do projecto Orpheu, lembrando que o nosso primeiro modernismo era de inspiração reaccionária, integrando-se num «nacionalismo activista e simbolista, expresso ou subentendido na forma e na inspiração da poesia e da crítica». Alertando-nos para as «lentes deformadoras do ressentimento ideológico», bem como para a falta de seriedade de grande parte dos investigadores actuais que procuram esconder a raiz político-ideológica dos nossos primeiros modernistas, Jaime Nogueira Pinto traçou um percurso bastante interessante da geração de Orpheu. Vale a pena ler.

(Clicar na imagem para aceder ao artigo.)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Açores, Atlântico Norte

A indescritível beleza do Arquipélago dos Açores tem-se tornado cada vez mais contagiante aos olhos dos estrangeiros que, pouco a pouco, o começam a descobrir. Hoje, estas ilhas portuguesas integram as listas e roteiros dos locais mais misteriosos e mágicos do mundo. 
Markus Haist, realizador e músico alemão, visitou os Açores em inícios de 2013 tendo realizado um belíssimo vídeo no qual captou as suas impressões relativas a essas nossas belas ilhas atlânticas que muitos acreditam ser os cumes do que resta da Atlântida, o lendário continente perdido.


Vídeo de Markus Haist.