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domingo, 17 de março de 2013

Onde pára e para onde vai a Língua Portuguesa?

Desde a sua obscura origem, até ao início da sua ilegal e criminosa aplicação, o novo acordo ortográfico tem vindo a revelar-se um pomo de constante discórdia quanto ao futuro da Língua Portuguesa, aquém e além-mar. Aos que se preocupam com a sua preservação e defesa opõem-se, grosso modo, aqueles que a pretendem bastardizar, corromper e vender em nome de conspurcados interesses pessoais ou outros, igualmente pouco honrosos, de âmbito político-económico. Não estranhamente, tendo em conta os ventos contrários à razão que tristemente predominam durante os últimos tempos na nossa sociedade, têm sido os segundos a aparentemente levar a melhor, do ponto de vista institucional, face aos primeiros. Esta razão prende-se com aquilo a que António Emiliano chamou de “mentira de Estado”, um conjunto de ardilosos endrominanços políticos responsáveis pela condução do actual rumo dos acontecimentos, encobrindo um já proclamado culturicídio, caracterizado pela destruição a partir de dentro da Língua Portuguesa.
Pensando neste grave problema e atendendo à necessidade vital de o discutir para o resolver, Ana Isabel Buescu (FCSH-UNL), Maria Filomena Molder (FCSH-UNL) e Teresa Cadete (FLUL) organizam no próximo dia 20 de Março, pelas 18:00, Onde pára e para onde vai a Língua Portuguesa?, um importante encontro de discussão acerca da nossa língua. Este terá lugar no Auditório 1 da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, localizada na Av. de Berna, em Lisboa, contando com as participações de Abel Barros Baptista, Ana Silva, António Guerreiro, Hermínia Castro, João Bosco Mota Amaral, Jorge Buescu, José Luís Porfírio, José Pedro Serra, Maria Alzira Seixo, Miguel Sousa Tavares, Nuno Pacheco e Pedro Afonso.
Este Fórum sobre a Língua Portuguesa é de entrada livre e, pela importância que a temática encerra, exige-se a presença crítica e consciente de todos nós.

(Clicar na imagem para ampliar.)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Rodrigo Guedes de Carvalho e Miguel Sousa Tavares contra o (des)acordo ortográfico

Um dos pontos altos do Jornal da Noite de ontem, transmitido no canal de televisão SIC, foi a troca de impressões sobre o (des)acordo ortográfico, levada a cabo por Rodrigo Guedes de Carvalho e Miguel Sousa Tavares. Opositores ferozes do respectivo acordo que atenta gravemente contra a integridade da Língua Portuguesa, ambas as partes procuraram transmitir o caos e a asneira que este representa, sublinhado-se duas ideias fundamentais, lançadas por Rodrigo Guedes de Carvalho:
  1. Estamos debaixo de um jugo de algo que parecia muito importante, mas que ninguém quer.
  2. Perder a língua é perder totalmente a identidade de um povo.
Miguel Sousa Tavares defende que ninguém entende o (des)acordo ortográfico, ou a sua utilidade.