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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Poema para o Natal

Porque a poesia também é oração, sobretudo quando a mão do poeta é guiada por divina inspiração, este ano, contrariamente aos anteriores, sugerimos um poema para a celebração da chegada do Deus Menino.
A Nova Casa Portuguesa deseja a todos os seus amigos e leitores um Santo e Feliz Natal, repleto de amor e muita esperança. 

O Menino Jesus Salvador do Mundo, pintura de Josefa de Óbidos (séc. XVII).

Poema para o Natal

Cria-se mais criança
o dia de antigamente
ao nevar-se o poema
Porque a poesia também é oração,
de versos brancos,
tão brandamente abertos 
ao dia mais claro
de nascer eternamente
ao mais suave fogo aceso:
de não ser chama, somente,
mas verso vivo,
puro fogo preso ao Sol
de ser criança continuamente.

Poema inédito de José Valle de Figueiredo.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Oração para a Ceia de Natal

Celebremos o nascimento do Deus-Menino rezando em conjunto para que todos possamos caminhar iluminados pela sua infinita Luz!

Natividade de Josefa de Óbidos (séc. XVII).
Menino Jesus:
És Tu a brilhante Estrela da Manhã,
que Se ergue nesta noite,
para iluminar, na luz do Teu rosto,
os que não têm presente,
ou não vêem o futuro!

Menino Jesus: 
És Tu a Estrela da Manhã, 
que, das alturas, nos visitas, 
como Sol nascente,
e queres nascer nos corações,
que procuram nova luz, 
para um tempo novo de Paz!

Menino Jesus:
És Tu a firme Estrela Polar!
À tua volta, giram e brilham outras estrelas, 
nos olhos de Maria e de José,
dos Pastores e dos Magos
e da multidão e todos os Santos!

Menino Jesus:
Por teus olhos acesos de inocência
guia-nos, sempre que anoitece.
Dá-nos estrelas que Te sigam,
e iluminem, com a própria vida,
quem procura e desconhece, 
que és Tu o Caminho!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sexta-Feira Santa

Ó Jesus! Do teu sangue, inocente e sem pecado,
por pagares o que havias prometido,
por nossa salvação fizeste um banho
em que se banhou e lavou
todo o mundo que era mesquinho.

E pelo teu sangue ele foi livrado.
Oh que tão grande mal, tanto bem aventurado,
pelo qual a minha guerra de todo foi finda.

Mestre André Dias (séc. XV).

Cordeiro Pascal (Agnus Dei) de Josefa de Óbidos (c.1670).