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quinta-feira, 14 de julho de 2016

André Fialho em entrevista com Rui Unas

André Fialho é um nome ainda desconhecido para muitos portugueses, no entanto, este jovem atleta de apenas 22 anos tem elevado o nome de Portugal além fronteiras. Tendo começado a sua carreira desportiva como jogador de futebol, praticou boxe e artes marciais desde tenra idade. 
A sua paixão pelos desportos de combate levaram-no a abandonar os campos de futebol e a abraçar uma carreira internacional como lutador de MMA (Mixed Martial Arts). Depois de ter ganho alguns títulos nacionais e regionais de boxe, André Fialho estreou-se no MMA em Portugal, antes de se mudar para os Estados Unidos da América, onde começou a combater pela Bellator, a segunda maior organização de MMA do mundo. 
O seu percurso internacional, apesar de curto, não deixa de ser surpreendente. Com 8 vitórias em 8 combates, André Fialho tem esmagado todos os seus oponentes sem grandes dificuldades, não tendo tido ainda a necessidade de explorar todas as suas capacidades em combate - técnicas, ou físicas. 
Com um fulgor marcadamente patriótico, André Fialho sublinhou e afirmou várias vezes o seu amor a Portugal, assim como a vontade de canalizar para os ringues e arenas a mesma força, têmpera e bravura que caracterizou os portugueses ao longo da História. Este é um atleta que merece ser apoiado e acompanhado, pois as suas conquistas são, indubitavelmente, conquistas de todos dos portugueses. 
Recentemente, André Fialho foi entrevistado por Rui Unas. Aproveitamos esta curta homenagem ao jovem campeão português para partilhar o vídeo desse encontro.

Entrevista de André Fialho com Rui Unas num dos podcasts de Maluco Beleza.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Agostinho da Silva, o capitalismo e o Estado Novo

Certa ocasião, no programa de televisão Conversas Vadias, ao perguntarem a Agostinho da Silva se o capitalismo seria a exploração do Homem pelo homem, a resposta do filósofo português foi tão célere quanto categórica: «É a guerra do Homem contra o Homem.»
Curiosamente, nessa mesma entrevista, conduzida pelo comunista Baptista Bastos, Agostinho da Silva acabou por ser acusado de fazer apologia ao "fascismo", após afirmar que, àquela data, transpostos vários anos desde o 25 de Abril, ele percebia, finalmente, a política do Estado Novo e de Salazar. Era a sua famosa "teoria do gesso", segundo a qual Portugal teria saído cedo demais da ditadura. Não se enganava...

Fotograma extraído da entrevista feita por Baptista Bastos a Agostinho da Silva,
integrada nas doze emissões do programa Conversas Vadias.

terça-feira, 5 de março de 2013

Os 55 anos de carreira de Simone de Oliveira

Simone de Oliveira é, tal como Amália Rodrigues, uma personalidade que representa a alma e o carácter feminino do povo português. Elemento sintetizador da tradição e do lado bom da modernidade, a artista portuguesa celebra este ano os seus 55 anos de carreira com um novo disco. Provavelmente cantado mais com o coração do que com a voz, este registo marca sem dúvida alguma um ponto de reflexão acerca da vida e a carreira artística de uma lutadora e amante da vida.
A SIC Notícias passou recentemente uma pequena entrevista com a eterna diva portuguesa. Vale a pena conhecer a sua história e a visão sobre a nossa sociedade, assim como o modo crítico com que olha para actualidade nacional. 


quarta-feira, 14 de março de 2012

O (des)acordo ortográfico é um disparate científico

Na edição do semanário O Diabo do passado dia 6 de Março podemos ler, para além do artigo de António Emiliano, uma excelente entrevista com Francisco Miguel Valada, uma das vozes mais inquietas face à infâmia do novo (des)acordo ortográfico. 
Publica-se neste espaço mais um contributo para a sensibilização de todos os portugueses para esta luta, travada contra o maior atentado alguma vez perpetrado contra a Língua Portuguesa. 
Mais do que uma mera escolha ou opção, o combate e desobediência ao (des)acordo ortográfico é uma obrigação patriótica de todos aqueles que amam e se sentem conscientemente portugueses.

(Clicar na imagem para ampliar.)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Novo (des)acordo ortográfico, a institucionalização da asneira!

No enorme deserto do vazio em que a imprensa portuguesa tem vindo a mergulhar, subsistem ainda alguns baluartes de desintoxicação cultural, responsáveis por um serviço informativo sério e isento, completamente livre de quaisquer grupos de pressão ou outros órgãos de tirania. 
Há 35 anos nas bancas, o semanário O Diabo tem vindo a passar, como tantos outros periódicos, por momentos bons e menos bons. Felizmente, desde a chegada de Duarte Branquinho, autor do blog Pena e Espada, à direcção do jornal, a qualidade desta publicação tem vindo a aumentar de uma forma bastante notória. Melhores artigos, maior eficácia na sua relação com o leitor, maior proximidade da realidade, maior cuidado e atenção face a questões importantes da sociedade portuguesa, tanto a nível político como social, económico ou cultural, entre outros aspectos que foram efectivamente melhorados.
De nossa parte destacamos o empenho na tentativa de alertar os portugueses para o triste caso do (des)acordo ortográfico, aparentemente aceite com a maior das naturalidades pela grande maioria da imprensa nacional, salvo algumas honrosas excepções. A título de exemplo, chamamos a atenção para o editorial da edição de 5 de Julho, intitulado Em defesa da nossa língua, bem como para a entrevista realizada no número desta semana ao escritor, tradutor e ex-eurodeputado Vasco Graça Moura. 
Assim, pela importância e pertinência deste tema, tomámos a liberdade de publicar neste espaço a entrevista a esse forte opositor do (des)acordo ortográfico, lembrando uma vez mais que nunca é tarde para salvaguardarmos a nossa cultura. 

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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Professor José Mattoso em entrevista ao Público

Pudemos ler na edição online de ontem do jornal diário Público uma extensa, mas sempre interessante, entrevista ao Professor Doutor José Mattoso, cuja leitura, obviamente, recomendamos. Nela, o reconhecido medievalista português, autor e director de uma da principais obras da historiografia portuguesa, teceu importantes notas de cariz autobiográfico, dando a conhecer um pouco melhor o homem para lá da sua obra.
Destaque especial para a partilha que, o investigador nascido em 1933, fez da sua experiência  de  20 anos como monge beneditino, assim como da sua incessante procura de Deus e do seu significado vivo.

(Clicar na imagem para aceder à entrevista.)