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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Apresentação: Uma Introdução ao Esoterismo Ocidental e suas Iniciações

«A esta preparação se chamava, e chama, iniciação. E esta iniciação é ela mesma gradual em todos os mistérios...»
Excerto do texto Subsolo da autoria de Fernando Pessoa.

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Nos dias que correm, falar em esoterismo e iniciação poderá causar uma certa estranheza a muitas pessoas. Trata-se de uma terminologia que hoje pouco ou nada diz aos indivíduos, não obstante o facto destes conhecerem os vocábulos e com eles se relacionarem, directa ou indirectamente, no seu dia-a-dia. Associado a uma fonte de conhecimento primordial, o esoterismo conjuga as vias iniciáticas que permitem, passo após passo, alcançar esse mesmo conhecimento. Associado a uma série de tradições que acabam por desaguar no grande oceano da Tradição, o esoterismo mantém uma presença bem sedimentada na civilização ocidental, impondo-se o seu conhecimento por motivos espirituais e identitários.
No próximo dia 20 de Maio, pelas 18:30, decorrerá no El Corte Inglés de Lisboa a sessão de lançamento da mais recente obra de José Manuel Anes, intitulada Uma Introdução ao Esoterismo Ocidental e suas Iniciações. Publicado pelas edições Âmbito Cultural, este livro será apresentado por Fernando Seara.
Trata-se de um evento de entrada livre, estando aberto a toda a comunidade.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Trolhamento dos 33 Graus do Rito Escocês Antigo e Aceite

«A Maçonaria compões-se de três elementos: o elemento iniciático, pelo qual é secreta; o elemento fraternal ; e o elemento que chamarei humano - isto é, o que resulta de ela ser composta por diversas espécies de homens, de diferentes graus de inteligência e cultura, e o que resulta de ela existir em muitos países, sujeita portanto a diversas circunstâncias de meio e de momento histórico, perante as quais, de país para país e de época para época, reage, quanto a atitude social, diferentemente.»
Fernando Pessoa em A Maçonaria

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A maçonaria foi sempre tratada com bastante respeito pelo poeta e pensador Fernando Pessoa. O seu interesse levou-o a dedicar muitas páginas de escrita, assim como bastante tempo na leitura de obras dedicadas a esta temática. É hoje praticamente sabido que Pessoa jamais pertenceu a qualquer tipo de loja maçónica, havendo apenas a possibilidade de ter estado ligado a uma das entidades criadas e promovidas por Aleister Crowley, ou ainda, na melhor da hipóteses, ter tentado criar ele mesmo a sua própria loja, inspirada na tradição das ordens Templária e de Cristo. Torna-se por isso fundamental conhecer de perto as leituras e fontes consultadas por Pessoa relativas a este assunto. Só através desta hermenêutica é que podemos ser capazes de acompanhar de perto os trilhos do pensamento maçónico do nosso icónico poeta.
A editora São Rozas, lançou recentemente a obra Trolhamento dos 33 Graus do Rito Escocês Antigo e Aceite, um manual de maçonaria lido, sublinhado e anotado por Fernando Pessoa aquando das suas pesquisas. Publicado agora com um prefácio e organização de Miguel Roza, editor da São Rozas e sobrinho neto do poeta, esta obra veio tornar-se em mais um importante subsídio ao estudo da relação de Pessoa com a maçonaria.
Distribuído pela Documenta, este livro será apresentado por Félix Lopes no próximo dia 13 de Dezembro, pelas 18:30, no El Corte Inglés de Lisboa. A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Arte Românica em Portugal

«Por oposição à grande diversidade de formas e influências em toda a arte da Alta Idade Média - da assumida procura do classicismo da arte carolíngia às influências arabizantes da arte moçárabe, passando pelas misturas de linguagens eruditas e vernaculares (de origem germânica) na arte merovíngia ou visigótica (onde as influências orientais, por via pérsica ou copta, também se fazem sentir) - o românico assume-se como o primeiro estilo verdadeiramente europeu, unificando artisticamente o espaço da Cristandade e construindo, pela primeira vez desde a queda do Império Romano do Ocidente, uma imagem artística coerente numa vasta área geográfica que, tendo como centro o reino dos Francos, se expandia para Ocidente (Península Ibérica), Norte (Ilhas Britânicas), Oriente (da Alemanha à Polónia, Hungria ou Arménia, com implantação desigual e dependendo do avanço dos cruzados teutónicos), ou Sul (a Itália da tradição clássica).»
Jorge Rodrigues em História da Arte Portuguesa Vol. 2

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Decorre amanhã, dia 7 de Setembro, pelas 18:00, na Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglês de Vila Nova de Gaia, a apresentação do livro Arte Românica em Portugal da autoria de Lúcia Rosas, professora associada com agregação do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP (Faculdade de Letras da Universidade do Porto); Leonor Botelho, doutorada em História da Arte Portuguesa pela FLUP; e Miguel Tomé (arquitecto e mestre em História da Arte Portuguesa pela FLUP). Esta é uma iniciativa da responsabilidade do El Corte Inglês, Fundação Ramón ArecesFundação Santa Maria la Real, na qual participará D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, que fará a apresentação deste livro, presidindo ainda à inauguração de uma exposição de fotografia intitulada O Românico em Portugal, patente naquele espaço até ao próximo dia 1 de Outubro do presente ano.
A entrada é livre.