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domingo, 6 de dezembro de 2015

Eduardo Lourenço e a não-clarividência do politicamente correcto no Portugal democrático

A clareza política do Eduardo Lourenço está ao nível do civismo do Mário Soares. Segundo o filósofo português, a França de hoje tem ainda a imagem de Luís XIV e nós, europeus, devemos muito aos americanos que nos salvaram várias vezes ao longo do século XX, a começar pelo "auxílio" dado na I Guerra Mundial.
Portugal, terra de heroísmo e de génio, encontra-se mais do que nunca amordaçado pelas correntes estrangeiristas. Um mal que hoje se torna bem mais nocivo do que outrora face à ditadura do "politicamente correcto", na qual só singram os medíocres e os alinhados com os detractores da Pátria e falsificadores da História.
Deus nos salve dos "democráticos génios portugueses".

Eduardo Lourenço no programa televisivo O Princípio da Incerteza.

domingo, 25 de setembro de 2011

Um olhar sobre as origens históricas do Sebastianismo

A obra Origens do Sebastianismo, de António Costa Lobo, apesar de originalmente publicada em 1909, continua a ocupar um papel de relevo na bibliografia sebástica e sebastianista. Analisando as raízes históricas e materiais de um dos principais aspectos moldadores da personalidade espiritual portuguesa, este livro foi agora reeditado pela Texto Editora, numa edição antecedida por um interessante e enriquecedor prefácio de Eduardo Lourenço.
A referência a esta importante edição que, voltou a colocar o texto de António Costa Lobo à disposição de todos os interessados pela temática do sebastianismo, há muito merecia a nossa atenção, apesar dos consecutivos adiamentos perante a publicação de uma qualquer nota sobre este lançamento. Aproveitamos por isso a oportunidade de partilhar um pequeno mas curioso apontamento de José Almeida, publicado no seminário O Diabo do passado dia 6 de Setembro, sobre esta nova edição de Origens do Sebastianismo.   

(Clicar na imagem para ampliar.)