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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Concerto comemorativo do 10 de Junho

«Eis aqui (...) o Reino Lusitano, onde a terra se acaba e o Mar começa; (...) Esta é a ditosa pátria minha amada...»
Luís Vaz de Camões em Os Lusíadas

(Clicar na imagem para ampliar.)

10 de Junho, dia sagrado no qual se celebra a Pátria, o Amor incondicional que lhe devemos e a graça que recebemos por a ela pertencermos. Um dia no qual lembrámos os nossos antepassados que, lado a lado com os nossos maiores, trabalharam e lutaram arduamente, vertendo o sangue, o suor e as lágrimas que fertilizaram esta nossa terra, dando origem a toda uma gloriosa e imortal gesta.    
Evocando honrosamente toda a nossa tradição, o jovem músico e musicólogo Filipe Cerqueira apresentar-se-á para um concerto de piano solo inteiramente dedicado a Portugal e à Cultura Lusíada. Esta invocação ritual será em honra do grande génio da Língua Portuguesa, Luís Vaz de Camões, do Dia Nacional de Portugal, dos heróis combatentes que por nós verteram apaixonadamente o seu sangue e pelas comunidades além-fronteiras desta Nação do V Império. O recital visa também promover a divulgação da poesia portuguesa, integrando-se no projecto de divulgação da obra para piano solo do compositor Joaquim Gonçalves dos Santos.
O concerto terá lugar no próximo dia 9 de Junho, véspera do Dia de Portugal, pelas 21:30, realizando-se  na sala Teresa de Macedo da ESMAE (Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo), no Porto. O programa contemplará vários exemplos musicais para tecla oriundos de diversas épocas estilísticas da História da Música Portuguesa. 
A entrada é livre e aberta a todos os membros da comunidade interessados em se associar a esta celebração.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Prolepse e o novo romance português

Logótipo oficial de Prolepse.

Nascido em meados de 2004 de um parto partilhado por duas cidades, Porto e Coimbra, Prolepse resulta da conjugação da criatividade do seu fundador e único elemento, Cérebro de Pão, com um forte espírito de Portugalidade, vivido, sentido e expressado numa perspectiva plenamente cultural e espiritual, avesso a quaisquer condicionantes infligidas pelo lamacento campo político. Pluridisciplinar, transversal e subversivo, este projecto abrange diferentes áreas artísticas, assumindo-se como um duplo do seu criador.
Musicalmente, Prolepse calcorreia um caminho algures situado entre a nossa música tradicional, a toada trovadoresca galaico-portuguesa, a electroacústica, o psicadelismo e a experimentação sonora, combinando magistralmente os ritmos viciantes da cultura popular com o som de vanguarda. A pesquisa e o empenho empregue na reabilitação e reinvenção do cancioneiro e romanceiro português é outros dos pontos que merece um particular destaque neste projecto que conta já com alguns trabalhos, apresentados em edições artesanais e personalizadas, todas elas esgotadas, bem como diversas participações em compilações, nacionais e internacionais.  
Apesar da música representar o principal veículo de expressão de Prolepse, torna-se inegável a sua simbiose com o desenho, ilustração, composição gráfica, vídeo e multimédia. Um projecto plural, uma âncora no presente estabelecendo uma ligação entre o passado e o futuro que, definitivamente, merece ser descoberto e partilhado.

Clara Lopes, um tema de Prolepse composto em 2006.