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quarta-feira, 13 de março de 2013

Mais uma crónica do democrático Portugal

«Retórica, mentalidade de comício, processos eleiçoeiros, que nos inferiorizam, que são os maiores obstáculos para uma obra desempoeirada, renovadora e sã.»
Dr. António de Oliveira Salazar em 1932. 

Mais um triste episódio da pérfida democracia portuguesa.

Para aqueles que continuam insistentemente a puxar dos galões de toda a sua incultura, apelidando o nosso antigo Presidente do Conselho como um perigoso tirano e ditador sanguinário voltamos a recordar: vocês estão errados. O Dr. António de Oliveira de Salazar tinha apenas três defeitos, ou seja, o de gostar e acreditar nos portugueses bem mais do que eles mereciam e, claro está, o facto de ser demasiado brando... Na realidade o nosso último chefe de Estado digno desse estatuto deveria ter sido três vezes mais brutal do que aquilo que os ditos "democráticos" o acusam de ter sido. E digo mais brutal, porque, só assim se conseguirá um dia limpar esta nefasta sociedade na qual a custo vamos hoje procurando miseravelmente sobreviver. Portugal padece de um cancro desde Abril de 1974. Como tal, Portugal precisa de um tratamento oncológico. Tal como o pior cego é aquele que não quer ver, convém lembrar que pior doente é aquele que não quer tratar-se.
A natureza subversiva dos pensamentos capitalista e marxista, aliados a outros interesses de âmbito pessoal, nacionais e internacionais, tem arrastado a nossa Pátria para a lama. Com a Pátria afunda-se também o nosso povo, cada vez mais caído na desgraça do neo-esclavagismo. Os culpados? Os próprios portugueses em geral, responsáveis pela miopia revelada pelas suas 'democráticas' escolhas, e em particular a habitual classe político-parasitária que, no meio da caótica divisão instaurada, consegue governar-se em proveito próprio. Como se não bastasse, os mercenários que pilham e violam diariamente a nossa integridade psico-espiritual ainda se divertem fazendo-o. O forte povo feito fraco concede, cala, rebaixa-se, deixa-se calcar e anular enquanto os outros se riem, brincando à política e aos monopólios vários.
O último triste episódio ocorreu na Assembleia Regional da Madeira quando Alberto João Jardim em resposta a José Manuel Coelho por este lhe ter oferecido um fato de presidiário, lhe entregou uma fotografia de um burro. Esta é a realpolitik do democrático Portugal. Do Portugal desvirtuado da sua História, da sua Missão, da sua Herança e da sua Força telúrica e espiritual. Do Portugal cansado e sem forças, desamparado como os seus velhos e abandonado como os seus jovens.
Perguntámos! É este o Portugal que nos prometeram? Ainda haverá quem se indigne por os bons Portugueses que ainda restam pedirem a forca para toda esta escumalha assassina que constitui a auto-proclamada classe política da III República?
Cansamo-nos... Não só da linguagem democrática de que nos fala Alberto Araújo Lima, mas também do seu conteúdo. Vazio, tão cheio de nada além das suas perversas e obscenas mentiras.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Quando a democracia deles deixa azedar o nosso vinho

Ainda acerca do chumbo à marca Salazar, foi publicado numa das últimas edições de 2012 do semanário O Diabo um interessante artigo de opinião de Alberto Araújo Lima, autor do blogue Nonas. Acutilante no seu ataque a esta polémica, o seu autor não deixou de enfatizar com algum humor mais um atentado ao desenvolvimento da nossa economia.  
Convém não esquecer o que estava aqui em questão, ou seja, o uso do nome do antigo Presidente do Conselho, Dr. António de Oliveira Salazar, ilustre cidadão de Santa Comba Dão e personalidade que, queiramos ou não, coloca aquele concelho no mapa de Portugal, enquanto marca comercial. A associação do seu nome ao comércio de produtos locais, entre os quais o vinho, torna-se nesta medida uma importante aposta no sentido de afirmação do concelho e de toda a região. Em suma, uma oportunidade de negócio e de desenvolvimento económico numa região fortemente afectada pela crise que se faz sentir. Fechar a porta à oportunidade num momento como este devido a 'politiquices' e outros medos dos mercenários vendilhões do costume apenas vem reforçar a ideia, já generalizada, de que vivemos uma falsa paz, irmã bastarda da falsa liberdade.
Vale a pena ler!  

(Clicar na imagem para ampliar.)